Lucas Paquetá em ação pelo West Ham

O Flamengo, grande bicho-papão do mercado sul-americano, segue assustando seus rivais com propostas que, até outro dia, eram inimagináveis no futebol brasileiro.

A da vez, como todos já sabem, é pela reaquisição do meio-campista Lucas Paquetá, atualmente no West Ham.

O valor?

Nada menos do que… R$ 250 milhões!!!

Sim, você não leu errado e não, eu não coloquei um zero a mais.

São duzentos e cinquenta milhões de reais por um jogador que tem, é verdade, enorme identificação com o clube.

Mas que, aos 28 anos (idade em que dificilmente o Flamengo conseguiria recuperar esse investimento), defende hoje uma equipe da zona de rebaixamento da Inglaterra e que, mesmo sem grande concorrência no setor criativo, não consegue se firmar na seleção brasileira.

Obviamente, não tenho nada com isso.

O dinheiro é do Flamengo, e o clube gasta como bem entender.

Mas, sinceramente, não consigo normalizar uma proposta tão absurda quanto essa.

Afinal, minha gente, se hoje Lucas Paquetá vale R$ 250 milhões, quanto valeria um Zico no mercado atual?

Está bem, está bem…

Zico é covardia!

Então me digam: quanto valeriam, no futebol contemporâneo, um Zenon, um Dicá, um Raí, um Zinho, um Juninho Paulista, um Alex Cabeção, um Djalminha, um Ricardinho ou um Mário Sérgio?

Com a insanidade que vemos hoje no mercado da bola, chegariam fácil à casa do bilhão de reais.

Ah, minha gente, quanto craque nasceu na “época errada”, não é mesmo?

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Parabéns, Gérson! "Canhotinha de Ouro" completa 85 anos!

 

 

 

Gérson, o `Canhotinha de Ouro´, um dos melhores meias do futebol brasileiro, completa 85 anos neste domingo (11).

Titular na vencedora campanha da seleção brasileira na Copa de 70, no México, foi peça fundamental no time canarinho comandado por Zagallo (1931-2024) naquele Mundial, tanto por sua capacidade técnica, com lançamentos precisos, como por sua liderança dentro do gramado, embora o capitão, de fato, fosse Carlos Alberto Torres.

Gérson de Oliveira Nunes, hoje comentarista de futebol, é carioca de Niterói e dos quatro grandes do Rio de Janeiro apenas não jogou pelo Vasco da Gama.

Revelado pelo Flamengo, o Canhotinha passou depois para o Botafogo, onde atuou ao lado de Garrincha, teve uma bela passagem pelo São Paulo e encerrou sua carreira pelo seu time de coração, o Fluminense, em 1974.

Ao lado dos saudosos Luciano do Valle, Armando Nogueira e Mário Sérgio Pontes de Paiva, entre outros, integrou a badalada equipe do "Show do Esporte", da Rede Bandeirantes de Televisão, participando como comentarista de jogos nacionais e internacionais, incluindo coberturas em Copas do Mundo.

 

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Saudade: Há seis anos morria o ex-goleiro e preparador Valdir Joaquim de Moraes

Gaúcho de Porto Alegre, o ex-goleiro Valdir Joaquim de Moraes morria há exatos seis anos em sua cidade natal. Ele estava com 88 anos.

Considerado um dos melhores goleiros da Sociedade Esportiva Palmeiras, ao lado de Oberdan Cattani, Leão e Marcos, ele defendeu a equipe Alvivverde em 480 partidas.

Mas foi pelo extinto Renner, de sua Porto Alegre, que ele iniciou sua carreira, em 1954, onde permaneceu até 1957, para a partir de 1958 defender o Palmeiras, onde ficou até 1968.

Voltou ao Rio Grande do Sul para encerrar sua carreira pelo Cruzeiro, equipe de Cachoeirinha, em 1969, último ano que atuou profissionalmente como goleiro, para depois ser o precursor na função de treinadores de goleiros, incluindo trabalhos na Seleção Brasileira, Corinthians e Palmeiras.

 

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Saudade: Há quatro anos morria Haroldo Fernandes, um dos grandes narradores brasileiros

Há exatamente três anos, de causas naturais, morria um dos melhores narradores esportivos do Brasil, Haroldo Fernandes, aos 92 anos de idade.

Seu bordão mais famoso, inesquecível para aqueles que o acompanharam nas transmissões da emblemática equipe 1040 da Rádio Tupi, era: "Quem ganhou, ganhou, quem não ganhou, não ganha mais!".

Haroldo Fernandes ainda integrou equipes famosas das rádios Bandeirantes, Difusora, Record e Panamericana.
 
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Achados & Perdidos: O fantástico salto triplo de Adhemar Ferreira da Silva, que nos deixava há 25 anos
 

Um dos maiores atletas de todos os tempos, com duas medalhas de ouro em Jogos Olímpicos no salto triplo, Adhemar Ferreira da Silva nos deixava há exatos 25 anos, vítima de uma parada cardíaca. Ele estava com 73 anos.

Para lembrarmos deste, que foi um dos principais atletas brasileiros de todos os tempos, selecionamos um vídeo com a decisão do salto triplo nos Jogos Olímpicos de Melbourne, na Austrália, em 1956, em que ele conquistou a medalha de ouro, repetindo o feito dos Jogos Olímpicos de Helsinque (Finlândia), quatro anos antes.

De origem humilde, filho de um ferroviário e uma cozinheira, morando no bairro da Casa Verde, Zona Norte da capital paulista, Adhemar Ferreira da Silva nasceu em 29 de setembro de 1927, e conquistou sua primeira medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Helsinque, na Finlândia, em 1952, quebrando o recorde mundial em uma única tarde naquela edição, saltando 16,05m, 16,09m, 16,12m e, por fim, 16,22m

Na Olimpíada seguinte, em Melbourne (Austrália) em 1956, novamente colocou a medalha de ouro no peito, saltando ainda mais longe no triplo, com a incrível marca de 16,35m, novo recorde mundial.

Atleta vinculado ao São Paulo, recebeu bela homenagem do clube do Morumbi, que adotou duas estrelas em seu escudo,  referentes especificamente aos recordes mundiais do salto triplo em 1952, nos Jogos Olímpicos de Helsinque, e em 1955, nos Jogos Pan-Americanos da Cidade do México, pois em 1956 ele já era atleta do Vasco da Gama.

RECORDE ATUAL...

Entre os homens, o atual recordista do salto triplo é o britânico Jonathan Edwards, com 18m29, em competição oficial realizada em Gotemburgo (Suécia), no dia 7 de agosto de 1995.

Entre as mulheres, a recordista da modalidade é a venezuelana Yulimar Rojas, que saltou 15m74 durante competição na cidade de Belgrado (Sérvia), em 20 de março de 2022.

ABAIXO, A FINAL DO SALTO TRIPLO NOS JOGOS OLÍMPICOS DE MELBOURNE, NA AUSTRÁLIA. ADHEMAR FERREIRA DA SILVA FOI O MEDALHA DE OURO, COM A MARCA DE 16m35

 

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Achados & Perdidos: Baltazar e Sorato: o que estes dois ex-atacantes têm em comum?

Cronologicamente eles são separados por quase dez anos de diferença.

Goiano de Goiânia, Baltazar Maria de Morais Júnior, o "Artilheiro de Deus", como ficou conhecido, nasceu em 17 de julho de 1959.

Paulista do município de Araras, Aguinaldo Luiz Sorato, o Sorato, veio ao mundo em 8 de abril de 1969.

Eles nunca jogaram juntos no mesmo time, mas tiveram, ao longo de suas carreiras, dois clubes em comum: Atlético Goianiense e Palmeiras.

E, afinal, para responder a indagação do título desta matéria, o que estes dois ex-atacantes de ótima qualidade têm em comum?

Ambos fizeram gols decisivos para seus times em finais de Campeonato Brasileiro, os dois contra o São Paulo, e como visitantes.

Baltazar foi o autor do tento que deu o título do Brasileirão para o Grêmio em 1981 contra o Tricolor, no Morumbi, um lindo arremate de fora da área no ângulo esquerdo da meta defendida por Waldir Peres, após receber passe de cabeça Renato Sá, após cruzamento da direita do lateral Paulo Roberto.

Sorato, em 1989, defendendo o Vasco, também marcou o gol contra o São Paulo, na final do Brasileiro, e também na casa são-paulina. O tento foi de cabeça, da entrada da pequena área, após cruzamento da direita de Luiz Carlos Winck. Gilmar Rinaldi defendia a meta tricolor na ocasião.

Ou seja, os dois gols tiveram suas jogadas iniciadas a partir de cruzamentos dos laterais-direitos, no caso, Paulo Roberto e Luiz Carlos Winck, ambos gaúchos, o primeiro de Viamão e segundo de Santa Rosa. Winck, a exemplo de Paulo Roberto, mais tarde acabou defendendo o Grêmio, em 1993.

MAIS COINCIDÊNCIAS

Os treinadores envovidos nas finais de 1981 e 1989 já nos deixaram.

Nas duas disputas decisivas, em 1981 e 1989, o São Paulo era treinado por Carlos Alberto Silva (1939-2017).

Os vencedores foram: Ênio Andrade (1928-1997), com o Grêmio, em 1981; e Nelsinho Rosa (1937-2023), com o Vasco, em 1989.

Os gols de Baltazar (em 1981) e de Sorato (em 1989) foram no segundo tempo dos jogos, aos 9 e aos 5 minutos, respectivamente.

No caso da decisão de 1981, aquela foi a segunda partida. No primeiro jogo, em Porto Alegre, o Grêmio venceu por 2 a 1, com dois gols de Paulo Isidoro. Serginho Chulapa marcou para o São Paulo.

Na decisão de 1989, devido à melhor campanha, apenas um jogo bastou para que o Vasco se sagra-se campeão.

PÚBLICOS

O Morumbi recebeu 95.106 pagantes no jogo decisivo de 1981 e 71.522 na partida que encerrou o Brasileirão de 1989.

ABAIXO, OS MELHORES MOMENTOS DE SÃO PAULO 0 X 1 GRÊMIO, DECISÃO DO CAMPEONATO BRASILEIRO DE 1981, COM NARRAÇÃO DE LUCIANO DO VALLE, COMENTÁRIOS DE GÉRSON (CANHOTINHA DE OURO) E REPORTAGENS DE RAUL QUADROS E ROBERTO CABRINI, PELA TV GLOBO

VEJA, ABAIXO, OS MELHORES LANCES DE SÃO PAULO 0 X 1 VASCO, FINAL DO BRASILEIRÃO DE 1989, COM NARRAÇÃO DE GALVÃO BUENO. A PARTIDA, TRANSMITIDA PELA GLOBO, MARCOU A ESTREIA DE ARNALDO CEZAR COELHO COMO COMENTARISTA DA EMISSORA

 

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Saudade: Há três anos morria Leonetti, goleiro que foi revelado pelo Corinthians

Há exatamente três anos morria o ex-goleiro Leonetti, revelado pelo Corinthians com passagens também por Botafogo de Ribeirão Preto, Saad e São Caetano. Ele estava com 71 anos e a causa do óbito não foi informada na ocasião.

Rubens Leonetti nasceu em 13 de julho de 1951, fez parte do bom time do Saad, clube de São Caetano do Sul-, que em 1974 chegou a derrotar o Santos em plena Vila Belmiro, com Pelé e seus companheiros. A partida terminou em 3 a 1 para o Saad, disputada em 24 de agosto daquele ano, válida pelo Campeonato Paulista.

Pelo Botafogo de Ribeirão Preto ele atuou naquele ótimo time de 1977, que tinha Sócrates como a estrela principal.

 

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Parabéns! Mauro Silva, volante do Brasil na Copa de 94, completa 58 anos

O ótimo Mauro Silva, volante do Brasil na vitoriosa campanha brasileira na Copa de 1994, disputada nos Estados Unidos, completa 58 anos nesta segunda-feira (12).

Paulista de São Bernardo do Campo, Mauro Silva Gomes começou sua carreira pelo Guarani de Campinas em 1986, permanecendo no Bugre até 1989, quando se tranferiu para outro clube do interior, o Bragantino, onde conquistou seu primeiro título profissional, o Paulista, em 1990.

Ficou em Bragança Paulista até 1992, ano em que foi negociado com o La Coruña, da Espanha, onde permaneceu até o final de sua carreira em 2005. Lá no clube da Galícia ele conquistou, entre outros, a Copa do Rei por duas vezes e a Super Copa da Espanha por três vezes.

Titular absoluto da Seleção Brasileira na conquista da Copa de 1994, Mauro Silva também venceu outro título com a camisa canarinho, o da Copa América de 1997, disputada na Bolívia.

 

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Parabéns, Gilmar Rinaldi! Goleiro que sempre jogou em grandes clubes brasileiros, completa 67 anos!

O gaúcho Gilmar Rinaldi, ex-goleiro que completa 67 anos nesta terça-feira (13) é um caso relativamente raro entre atletas, pois sempre atuou em grandes clubes do futebol brasileiro.

Natural de Erechim, Gilmar Luis Rinaldi começou sua carreira na base do Sport Club Intencional, equipe pela qual se profissionalizou, em 1978, permanecendo no Beira-Rio até 1985.

Pelo Colorado, Gilmar colecionou títulos. O primeiro, como reserva do paraguaio Benitez, no Gaúcho de 1978, e em seguida o Brasileiro de 1979, ainda como suplente.

No total, coleciona 12 faixas de campeão pelo Inter, incluindo cinco Gaúchos e alguns internacionais, como o Troféu Joan Gamper, em 1982.

Ainda como atleta do Inter, foi convocado para os Jogos Olímpicos de 1984, em Los Angeles, ocasião em que conquistou a medalha de prata, como titular do gol brasileiro naquele time cuja base era justamente o time do Inter, comandado pelo treinador Jair Picerni.

Em 1985 transferiu-se para o São Paulo, onde acabou encontrando um rival de peso, Zetti. Foi titular nas conquistas do Paulista de 1985 e do Brasileiro de 1986, mas depois perdeu a posição, primeiro para o chileno Roberto Rojas e depois para Zetti.

Em 1990, transferiu-se para outro gigante do futebol brasileiro, o Flamengo, onde novamente foi campeão nacional, no Brasileirão de 1992, além de outras conquistas pelo clube da Gávea, como o Carioca do ano anterior.

Ou seja, Gilmar, além de ter sempre atuado em grandes clubes brasileiros, conquistou títulos do Brasileirão por todos eles, o Inter, o São Paulo e o Flamengo.

Em 1994 foi o terceiro goleiro da Seleção Brasileira na conquista do tetracampeonato. Taffarel foi o titular e Zetti o reserva imediato.

Em 1995 foi para o Japão, onde defendeu o Cerezo Ozaka até 1997, ano em que encerrou sua carreira.

Depois, tornou-se empresário de jogadores e também foi coordenador geral de seleções da CBF em 2014.

 

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Copinha e Paulistão serão os temas centrais da live de Marcos Falopa com o jornalista Amilton Franco

O jornalista Amilton Franco é o convidado desta terça-feira (13), a partir das 16h, da live comandada por Marcos Falopa, coordenador técnico, profissional que acumula um currículo invejável como treinador de diversos clubes e seleções, incluindo trabalhos de instrutor pela Fifa.

A Copa São Paulo de Futebol Júnior e o Campeonato Paulista, este iniciado no último sábado (10), serão os temas centrais do encontro.

Aliás, Amilton e Falopa já fazem "tabelinha" na Rádio Municipalista de Botucatu, trazendo aos ouvintes da emissora do interior paulista as informações do futebol local e nacional.

Amilton Cesar Franco é jornalista graduado pela UNESP de Bauru, e tem uma sólida trajetória no meio, a começar por oficinas de narração na TV Globo, Rádio Globo e Rádio CBN.

Também foi repórter do SBT e trabalhou como assessor de imprensa de diversos órgãos governamentais e institucionais.

A live estará no Instagram de Marcos Falopa a partir das 16h (clique aqui para acessar).

 

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Rei: em novo livro, PVC detalha por que Pelé é incomparável

Lançado no fim do ano passado pela Editora Planeta, Rei é o resultado de anos de pesquisa de Paulo Vinícius Coelho sobre a trajetória de Edson Arantes do Nascimento. Em 272 páginas, o jornalista reconstrói a carreira do maior nome da história do futebol com o rigor analítico que marcou sua obra e com o cuidado de quem entende que falar de Pelé é tratar de um patrimônio cultural do esporte mundial.

PVC revisita desde a ascensão meteórica do garoto de Três Corações, que estreou no profissional aos 16 anos, até a consolidação de um atleta que dominou o futebol por quase duas décadas. O autor percorre clubes, Copas do Mundo, gols decisivos e jogos históricos, sempre contextualizando cada feito dentro de seu tempo e explicando por que números, títulos e impacto simbólico colocam Pelé em uma prateleira isolada.

Mais do que uma enumeração de conquistas, o livro discute os critérios que definem a grandeza de um jogador: longevidade, protagonismo, capacidade de decidir, influência sobre adversários e herança deixada para as gerações seguintes. Para PVC, ser Rei é justamente permanecer como parâmetro por mais de 60 anos — algo que nenhum outro craque conseguiu sustentar com tamanha força.

A obra também se aprofunda em aspectos pessoais e momentos controversos da vida de Pelé, compondo um retrato mais humano e complexo do ídolo. O resultado é um livro que dialoga tanto com o torcedor quanto com o leitor interessado em entender como se constrói um mito esportivo — e por que, mesmo após tantas décadas, o nome Pelé segue sem comparação possível.

 

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Achados & Perdidos: Milton Neves na APAS/2014, no Expo Center Norte

Há quase 12 anos, mais precisamente na tarde de 8 de maio de 2014, o jornalista e publicitário Milton Neves  compareceu à tradicional APAS, Feira da Associação Paulista de Supermercados, que estava em sua 30ª edição, no grandioso evento que aconteceu no Expo Center Norte, na capital paulista.

Expositores de peso do setor ocuparam as dependências do pavilhão com estandes muito bem montados, entre eles os da Aurora, Bioleve e Cereser, onde Milton marcou presença em razão da ligação longa de parceria publicidade.

O tricampeão de Roland Garros, Gustavo Kuerten, o Guga, também esteve na APAS 2014, assim como o ex-árbitro de futebol e atual comentarista de futebol Oscar Roberto Godoi e o ex-goleiro e também atualmente comentarista, Ronaldo Soares Giovanelli.

"Puxa, a APAS é um evento grandioso, que evidencia a força do setor supermercadista brasileiro. Lembro bem daquele encontro com os parceiros queridos, Aurora, Bioleve e Cereser, que durante tantos e tantos anos foram marcas constantes em todas as minhas mídias. Foi uma tarde de muitos encontros e recebi enorme carinho. Absolutamente inesquecível", comentou Milton Neves em recente entrevista ao Portal Terceiro Tempo.

 

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Achados & Perdidos: Em filme de 1986, Pelé contracenando com o aniversariante Renato Aragão

Hoje, 13 de janeiro de 2026, um dos grandes nomes do humor brasileiro, Renato Aragão, completa 91 anos.

E, para celebrar a data, reproduzimos um pequeno trecho do filme "Os Trapalhões e o Rei do Futebol", de 1986, que conta com Pelé (1940-2022) como um dos astros, fazendo papel de um repórter esportivo, que acaba atuando no time de Cardeal (Renato Aragão), jogando no gol.

Além de Pelé, que nos deixou aos 82 anos no último dia 29 de dezembro de 2022, em decorrência de um tumor no cólon, a película ainda conta com Luiza Brunet, Milton Moraes (1930-1993) e José Lewgoy (1920-2003), além, claro, dos outros integrantes "Trapalhões", no caso, Dedé Santana e os saudosos Mussum (1941-1994) e Zacarias (1934-1990). 

Segue a sinopse do filme "Os Trapalhões e o Rei do Futebol", de acordo com o site ludopedio.org.br.

Os amigos Cardeal (Renato Aragão), Elvis (Dedé Santana), Fumê (Mussum) e Tremoço (Zacarias) trabalham como faxineiros e roupeiros do Independência Futebol Clube. Devido às disputas de poder entre os cartolas Velhaccio (José Lewgoy) e Barros Barreto (Mílton Moraes), o técnico da equipe é demitido. Por acidente, o escolhido para assumir o cargo é Cardeal. Para surpresa de todos o time começa a vencer seus jogos, o que não agrada a alguns cartolas da equipe. Com a ajuda do repórter esportivo Nascimento (Pelé) e de Aninha (Luíza Brunet), que trabalha no bar do clube, Cardeal e seus amigos lutam contra a desonestidade dos dirigentes.

ABAIXO,  TRECHO DE "OS TRAPALHÕES E O REI DO FUTEBOL"

ABAIXO, O FILME COMPLETO

 

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Olhos no retrovisor: Alain Prost estreava na Fórmula 1 pontuando, há 46 anos

Há exatos 46 anos, no GP da Argentina de 1980, o francês Alain Prost fez sua estreia pela Fórmula 1, então como piloto da McLaren, e já pontuou.

Naquele 13 de janeiro de 1980, aos 24 anos de idade, Prost alinhou sua McLaren-Ford (modelo M29) em 12º lugar no grid, cinco posições à frente do seu então companheiro de equipe, o britânico John Watson, e terminou em um ótimo sexto lugar, marcando seu primeiro ponto na categoria. Vale lembrar que o regulamento vigente premiava com pontos apenas os seis primeiros colocados.

A prova foi vencida por Alan Jones (Williams-Ford), seguido por Nelson Piquet (Brabham-Ford) e Keke Rosberg (Fittipaldi-Ford).

A primeira vitória aconteceu já na temporada seguinte, pela Renault, no GP da França, disputado em Dijon-Prenois.

Alain Prost conquistou quatro títulos na categoria máxima do automobilismo, sendo três pela McLaren (1985, 1986 e 1989) e um pela Williams (1993).

Teve sua equipe própria na Fórmula 1 a Prost Grand Prix, quando adquiriu a francesa Ligier. A Prost Grand Prix esteve no grid entre 1997 e 2001, sem ter conseguido nenhuma vitória, mas com três pódios: terceiro lugar no GP do Brasil de 1997 com o francês Olivier Panis e o segundo lugar no GP da Espanha do mesmo ano, novamente com Panis.

O terceiro e último pódio foi com o italiano Jarno Trulli, segundo colocado no GP da Europa de 1999, disputado em Nurburgring, na Alemanha.

Alain Prost, que está com 70 anos, esteve no meio da Fórmula 1 até recentemente. Ele foi consultor da Renault (depois Alpine), entre 2015 e 2021.

 

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Ídolo alvinegro, o saudoso artilheiro Baltazar nascia há 100 anos

Um dos maiores nomes da história do Sport Club Corinthians Paulista, o saudoso Baltazar, o "Cabecinha de Ouro" nascia há exatos 100 anos. Ele nos deixou em 25 de março de 1997, em razão de diversas complicações de saúde, aos 71 anos.

É o segundo maior artilheiro da história do Corinthians, com 270 gols marcados em 404 jogos. À frente dele, apenas Cláudio Christóvam de Pinho, que marcou 305 gols em 550 partidas.

Oswaldo Silva, o Baltazar, nos deixou em 25 de março de 1997, aos 71 anos. Ele estava com sua saúde bastante debilitada em decorrência de diversos problemas de saúde.

Natural de Santos, Baltazar chegou ao Corinthians vindo do Jabaquara (de Santos), permanecendo no clube de Parque São Jorge entre 1945 e 1957, e ele mesmo reconhecia não ter muita habilidade com os pés, mas os mais antigos torcedores alvinegros não se esquecem da excelência do camisa 9 nas jogadas aéreas. 

Artilheiro do Campeonato Paulista em 1952, com 27 gols, Baltazar conquistou cinco títulos pelo Corinthians: três Paulistas (1951, 1952 e 1954) e dois Rio-São Paulo (1950 e 1953). Também atuou pela Seleção Brasileira entre 1950 e 1956, período em que esteve presente nas Copas de 1950 e 1954, e conquistou a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de 1952, em Santiago (Chile).

DEPOIS DO TIMÃO

Baltazar deixou o Corinthians para atuar no Juventus (1957), tradicional clube da Mooca, e ainda passou novamente por Jabaquara e encerrou sua carreira pelo União Paulista em 1959, aos 33 anos.

Em 1971 teve uma passagem como treinador do Corinthians, totalizando 34 partidas no comando do clube de Parque São Jorge.

 

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Em vídeo, "Antes e Depois" de pontas que brilharam por Galo e Cruzeiro!

Nesta semana buscamos em nosso quase infindável acervo da seção "Que Fim Levou?" imagens de "Antes & Depois" de jogadores que brilharam jogando como ponteiros na dupla Atlético e Cruzeiro, os maiores rivais de Minas Gerais.

Preferencialmente atletas que atuaram nos anos 70 e 80, os pontas eram "pontas mesmo", tanto os camisas 7 como os 11, que tinham como principal caracaterística os dribles e a busca pela linha de fundo. Nos cruzamentos para a área, os pontas do Galo encontravam centroavantes como Dadá Maravilha ou Reinaldo. 

Já os pontas da Raposa, tinham à disposição talentos da estirpe de Tostão e Palhinha, entre outros.

É uma forma de manter viva a memória do esporte, mostrando dois momentos de cada um dos retratados, um em seu início de carreira, e outro quando esta já estava consolidada ou encerrada.

VEJA, NO VÍDEO ABAIXO, COM SELEÇÃO DE MARCOS MICHELETTI E EDIÇÃO DE KENNEDY ANDRÉS, DO PORTAL TERCEIRO TEMPO

 

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Achados & Perdidos: Saiba como foi a bela homenagem de Fiori Gigliotti a Milton Neves em 2004

Em 6 de agosto de 2004, dia em que Milton Neves completou 53 anos, o saudoso locutor Fiori Gigliotti fez uma belíssima homenagem ao apresentador durante o programa “Debate Bola”, da Rede Record.

Fiori fez parte da infância de Milton Neves, um grande fã, que escutava o locutor nas transmissões de futebol pela Rádio Bandeirantes, onde Milton também trabalhou.

Fiori Gigliotti, que ganhou a alcunha de "Locutor da Torcida Brasileira" nos deixou 08 de junho de 2006, aos 78 anos, vítima de falência múltipla de órgãos, após problemas no intestino e próstata.

Natural de Barra Bonita, região do Alto Tietê, interior paulista, onde nasceu em 27 de setembro de 1928, Fiori marcou época pela Rádio Bandeirantes, onde trabalhou por 38 anos, mas também esteve nas rádios Record, Tupi e Capital, todas em AM.

Entre as frases e expressões mais conhecidas da Fiori Gigliotti estão:

"Abrem-se as cortinas e começa o espetáculo..." "O tempo passa..." "Tenta passar, mas não passa!" "Crepúsculo do Jogo" "Agüenta coração!" "Uma Beleeeeza de Gol!" "Um beijo no seu coração".

ABAIXO, EM VÍDEO, MILTON NEVES SENDO HOMENAGEAO POR FIORI GIGLIOTTI DURANTE O "DEBATE BOLA", NA REDE RECORD, EM 6 DE AGOSTO DE 2004 



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Parabéns, Arnaldo Cezar Coelho! Ex-árbitro completa 83 anos!

Arnaldo Cezar Coelho, ex-árbitro de futebol e ex-comentarista esportivo, completa 83 anos nesta quinta-feira (15).

Hoje empresário do ramo de telecomunicações, sendo o proprietário da TV Rio Sul (filiada à Globo), sediada em Resende, no Rio de Janeiro, o carioca Arnaldo Cezar Coelho foi árbitro profissional entre 1965 e 1989, e durante este longo período viveu um momento especial, comandando a decisão da Copa de 1982 na Espanha, entre Itália e Alemanha, com vitória da Azzurra por 3 a 1. 

Também participou do Mundial de 1978, este na Argentina e duas olimpíadas, a de 1976 em Montreal e a de 1988 em Seul.

Recordista de arbitragem no Campeonato Brasileiro, com 291 jogos, lançou em 2002 o livro "A Regra é Clara", bordão que utilizou na televisão e que também foi o título de um quadro que comandou no SporTV, no programa "Seleção SporTV".

Decidiu encerrar sua carreira como comentarista esportivo em 2018, após a final da Copa da França, depois de formar uma dupla afinada com Galvão Bueno na Globo.

 

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Saudade: Há três anos morria Nilzo, craque do futebol catarinense que atuou no Santos

Há exatamente três anos morria o atacante Nilzo, que brilhou no futebol catarinense na década de 1960. Ele estava com 82 anos e, na ocasião, a causa da morte não foi informada.

Nilzo Antonio da Silva residia no Rio de Janeiro, tendo atuado pelo Metropol e no Avaí, este o seu último clube, em 1970.

Entre 1963 e 1964 jogou pelo Santos Futebol Clube, protagonizando uma história que ficou famosa, por não aceitar a reserva de Pelé.

Ele resolveu "peitar" o então técnico Lula, dizendo:

"Seo Lula, sou o Nilzo `Matador do Carvão´, lá de Criciúma, e nunca fui reserva na vida. Então, o senhor decide: ou eu ou o Pelé!". Lula não tinha outra alternativa, a não ser manter Pelé como dono da camisa 10 do Peixe...

 

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"Memórias do Miltão": Fotos do livro biográfico com personalidades marcantes do esporte

Iniciamos uma série intitulada "Memórias do Miltão", com fotos exclusivas do acervo do Portal Terceiro Tempo que integram o livro biográfico de Milton Neves lançado na noite de 11 de novembro de 2013, em evento concorrido no Shopping Frei Caneca, região central da capital paulista.

A obra, escrita pelo jornalista André Rosemberg, pela Lazuli Editora, faz um mapeamento detalhado da trajetória do jornalista e publicitário, desde sua infância até sua consagração profissional, passando por todas as mídias, riquíssimamente ilustrada com imagens.

Para esta primeira seleção do "Memórias do Miltão" escolhemos três fotos, todas com momentos importantes, com o futebol como pano de fundo e personagens do futebol.

 

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Achados & Perdidos: Pelé, furioso, chamando um árbitro de ladrão após jogo contra o Corinthians

Pelé (1940-2022), no popular, "cuspiu marimbondos" na tarde de 25 de maio de 1969, dia em que o seu Santos empatou em 1 a 1 com o Corinthians, partida disputada no Morumbi, válida pelo 2º turno do Campeonato Paulista.

Há pouco mais de um ano o Corinthians havia finalmente quebrado o jejum de 11 anos sem vencer o rival da Baixada Santista, e esteve próximo da vitória novamente, após Rivellino abrir o placar aos 3 minutos do segundo tempo.

Porém, Edu, jogando com a camisa 7, marcou de pé direito aos 44 minutos e deixou tudo igual, após receber passe de Pelé. O lance do gol de empate santista, aliás, começou com o zagueiro Djalma Dias, que salvou o segundo gol corintiano em cima da linha.

A partida contou com arbitragem do português Joaquim Fernandes Campos, que deixou a Península Ibérica especialmente para aquela ocasião.

Demonstrando nervosismo, insatisfeito com o trabalho do árbitro, Pelé foi cumprimentá-lo ao término da partida, e o mesmo se recusou a dar a mão para o Rei do Futebol.

"Ô seu mal educado, desculpa de alguma coisa, viu? É um mal educado. É ladrão e mal educado. Fui dar a mão pra ele e ele recusou a mão pra mim", disse Pelé em meio aos repórteres, entre eles o saudoso Juarez Soares (1941-2023) e o também saudoso Geraldo Blota (1925-2009).

ABAIXO, O VÍDEO, COM O GOL DE EMPATE DO SANTOS E O MOMENTO EM QUE PELÉ DISCUTE COM O ÁRBITRO PORTUGUÊS JOAQUIM FERNANDES CAMPOS. IMAGENS DO CANAL "FUTNÁTICO", DO YOU TUBE, COM LOCUÇÃO DE DAN SISTER (BAND).

  

FICHA TÉCNICA DA PARTIDA

CAMPEONATO PAULISTA (2º TURNO)

Data: 25 de maio de 1969 (domingo)

Local: Estádio Cícero Pompeu de Toledo (Morumbi) - SP

Árbitro: Joaquim Fernandes Campos (de Portugual)
Gols: Rivellino (Corinthians) aos 3 minutos do segundo tempo ; Edu (Santos) aos 44 minutos do segundo tempo.

Público: 26.771 torcedores
Renda: NCr$ 133.535,00 (Cruzeiros Novos)

Corinthians: Lula; Alvacir, Ditão, Luís Carlos, Pedro Rodrigues, Dirceu Alves (Tião Corinthians), Rivellino, Paulo Borges, Servílio (Adnan), Tales e Benê. Técnico: Dino Sani

Santos: Cláudio; Oberdã, Ramos Delgado, Djalma Dias, Rildo, Clodoaldo, Negreiros (Lima), Edu, Toninho, Pelé e Abel. Técnico: Antoninho Fernandes.

Fonte para os dados da ficha técnica: Almanaque do Corinthians, de Celso Unzelte.

 
 
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Saudade: Bebeto de Freitas, importante nome do esporte brasileiro, completaria 76 anos
 

Bebeto de Freitasque fez história como jogador de vôlei e como dirigente esportivo, completaria 76 anos nesta sexta-eira (16).

Ele nos deixou em 13 de março de 2018, vítima de um mal súbito, aos 68 anos de idade, na Cidade do Galo, CT do Atlético-MG, onde trabalhava desde o ano anterior.  

Nascido em 16 de janeiro de 1950, Paulo Roberto de Freitas, o Bebeto, pertenceu a uma família ligada ao esporte. Era sobrinho do jornalista e treinador de futebol João Saldanha (1917-1990 e primo de Heleno de Freitas (1920-1959).

Foi presidente do Botafogo-RJ por dois mandatos, estando à frente do clube da estrela solitária no retorno à 1ª divisão do Campeonato Brasileiro. em 2004.

ATLETA DE VÔLEI

Um dos bons jogadores de vôlei de sua geração, Bebeto de Freitas acumulou uma série impressionante de 11 títulos no Campeonato Carioca de Vôlei, pelo Botafogo-RJ, de forma consecutiva, entre 1965 e 1975, e também defendeu a seleção brasileira nos Jogos Olímpicos de Montreal, em 1976. 

TREINADOR DE VÔLEI

Bebeto teve passagens marcantes à frente da seleção brasileira conhecida como "geração de prata", que obteve o segundo lugar nos Jogos Olímpicos de 1984, em Los Angeles, no time que tinha como destaques Bernard, Montanaro, Xandó, William e Amauri, entre outros.

LIVRO

O jornalista Rafael Valesi publicou um livro sobre Bebeto de Freitas em 2019 ("Bebeto de Freitas - O que eu vivi"), a partir de depoimentos que o ex-treinador concedeu em mais de 20 horas de gravações. Clique aqui e veja matéria especial publicada no Portal Terceiro Tempo sobre o livro.

 

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Achados & Perdidos: A estreia, com vitória, de Carlos Alberto Parreira como treinador do Corinthians

Há exatos 24 anos, em um jogo amistoso disputado em Taubaté, na noite de 16 de janeiro de 2002 diante do time local, o Taubaté, Carlos Alberto Parreira estreava como treinador do Sport Club Corinthians Paulista, na vitória do Alvinegro por 2 a 0, gols de Rogério e Ricardinho.

Um dos mais badalados treinador do Brasil, com o título da Copa do Mundo de 1994 nos Estados Unidos, Parreira teve uma passagem de apenas um ano pelo Parque São Jorge, mas levantou dois títulos: o Torneio Rio-São Paulo e a Copa do Brasil, além de ter chegado à final do Campeonato Brasileiro, perdendo a decisão para o Santos.

Atualmente com 80 anos (completa 81 em 27 de fevereiro), Parreira está aposentado e felizmente se recuperou muito bem de um tratamento quimioterápico iniciado em setembro de 2023, para combater um linfoma de Hodgkin.

ESTATÍSTICAS PELO CORÍNTHIANS

À frente do Timão por 66 jogos, Parreira conquistou 36 vitórias e também comandou a equipe em 15 empates e 15 derrotas

 

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Saudade: Fenômeno do pugilismo, Muhammad Ali completaria 84 anos

Se ainda estivesse vivo, o ex-pugilista  Muhammad Ali completaria 84 anos neste sábado (17).

Ele nos deixou em 3 de de junho de 2016, aos 74 anos, por complicações do Mal de Parkinson, enfermidade que o acompanhou nos últimos anos de vida, que o levou a severos problemas motores e neurológicos. Ele residia no Arizona (Estados Unidos). 

Natural de Louisiana, no estado norte-americano do Kentucky ele mudou seu nome de batismo (Cassius Marcellus Clay Jr.) para Muhammad Ali quando se converteu ao islamismo.

Com o invejável cartel de 57 vitórias em 62 lutas, sendo 37 por nocaute e apenas cinco derrotas, ele também conquistou uma medalha de ouro (como peso meio peado) nos Jogos Olímpicos de Roma, em 1960.

ABAIXO, VÍDEO DE MUHAMMAD ALI DURANTE A CERIMÔNIA DA TOCHA NOS JOGOS OLÍMPICOS DE ATLANTA DE 1996. JÁ SOFRENDO DO MAL DE PARKINSON, O EX-PUGILISTA EMOCIONOU A TODOS AO ACENDER A PIRA OLÍMPICA

ABAIXO, O HISTÓRICO CONFRONTO ENTRE MUHAMMAD ALI E JOE FRAZIER EM 28 DE JANEIRO DE 1974, NO MADISON SQUARE GARDEN, EM NOVA YORK

 

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Saudade: Dil Padeiro, ex-volante do Bahia, morria há dois anos

Há exatamente dois anos, em Salvador, morria o ex-volante Dil Padeiro, que atuou no Bahia e em outros clubes do Nordeste, como Fortaleza, Fluminense de Feira de Santana e Catuense.

Ele estava com 67 anos, e a causa da morte não foi informada.

Nascido em Poções-BA, em 28 de janeiro de 1957, Edvaldo Nogueira da Silva, o Dil, começou sua carreira em 1975 no Bahia, pelo qual conquistou o título estadual em cinco oportunidades.

Depois de ter encerrado sua carreira, foi treinador de futebol, começando como auxiliar do ex-quarto-zagueiro Polozzi, e trabalhou como funcionário público da Prefeitura de Xique-Xique. 

 

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