Feche os olhos por um momento e volte duas décadas no tempo.

Estamos em 2005.

O São Paulo há poucos meses havia conquistado sua terceira Libertadores, um feito que parecia inalcançável para qualquer outro clube brasileiro, e estava prestes a erguer no Japão o seu terceiro título mundial.

Era o auge.

O clube era sinônimo de hegemonia.

O bicho-papão do futebol brasileiro.

Bastava dar uma volta por São Paulo para entender o tamanho daquela fase.

Em cada esquina havia alguém com a camisa do Tricolor.

E não era só orgulho, havia também soberba.

Muitos são-paulinos se autodeclaravam torcedores do “Maior do Mundo”.

Vocês se lembram disso?

Um exagero, claro.

Mas dito com tanta convicção que até os rivais ficavam balançados.

Nos programas esportivos, como no inesquecível Debate Bola, dirigentes anunciavam o tal “Batismo Tricolor”, uma espécie de cruzada destinada a “converter” crianças cansadas de sofrer com os times dos pais, geralmente Corinthians e Palmeiras.

O São Paulo era o modelo: organizado, profissional, financeiramente sólido e revelador de talentos como nenhum outro.

Era quase consenso: aquele clube parecia à prova do tempo.

Agora, abra os olhos.

Estamos em 2025.

Aquele São Paulo de conto de fadas acabou em 2008, junto com o último título brasileiro de sua história.

E o que sobrou?

Um rascunho triste.

Uma estátua sem pedestal.

A fase é das mais tristes da sua história.

O time das três cores foi massacrado ontem por 6 a 0 pelo Fluminense, no Maracanã (e poderia ter sido até mesmo 9 a 0).

Não foi apenas derrotado.

Foi humilhado, teve a sua gloriosa história pisada sem dó ou piedade.

E o pior: pelas mãos de Luis Zubeldía, ex-treinador tricolor, agora algoz implacável.

Hoje em dia, você roda pela capital e quase não vê alguém com a camisa tricolor.

Não há marketing, museu, ídolo ou história que resista a anos de vexames consecutivos.

A torcida, MARAVILHOSA, não abandonou o clube.

Foi o clube que abandonou o seu povo.

E para completar a tortura, amanhã o São Paulo deixará de ser o clube brasileiro com mais títulos da Libertadores, posto que tem dividido nos últimos anos com Palmeiras, Flamengo, Grêmio e Santos.

Em Lima, alguém chegará ao tetra antes dele.

Um tapa na cara da história do Clube da Fé, aquele que era sinônimo de Libertadores, mas que agora é sinônimo de desordem, fracasso e desalento.

E a pergunta que resta é inevitável: como TODOS os dirigentes que passaram pelo Morumbis nos últimos anos conseguiram transformar o maior clube das Américas em motivo de chacota nacional?

Como o Soberano virou “meme”?

E o mais desesperador: nem a goleada histórica parece ser o fundo do poço.

Está mais para vírgula do que ponto final.

O São Paulo não dá sequer a sensação de reconstrução.

Passa a impressão de agonia prolongada.

Triste, lamentável, revoltante...

E, para quem viveu os anos 90 e o início dos anos 2000, quase inacreditável.

Opine!

 



***************************************************************

Saudade: Há dois anos morria Rubens Minelli, treinador brasileiro multicampeão

Há exatamente dois anos, vítima de uma infecção urinária, o futebol brasileiro ficava de luto com a perda de uma de suas mais importantess personalidades: o ex-jogador e treinador Rubens Francisco Minelli, que estava com 94 anos.

Bom ponta-esquerda, o paulistano Rubens Minelli, nascido em 19 de dezembro de 1928, com passagens pelas equipes do Ypiranga (SP), Nacional (SP), Taubaté (SP) e São Bento, precisou encerrar sua carreira precocemente, aos 27 anos, por conta de uma grave fratura na perna esquerda.

Se Minelli teve o sonho dentro dos gramados abreviado, à beira dele demonostrou competência ímpar, tornando-se uma dos mais vitoriosos treinadores do futebol brasileiro.

Foi tricampeão brasileiro consecutivo comandando o Internacional (1975 e 1976) e o São Paulo em 1977, e mesmo assim acabou preterido do comando da Seleção Brasileira para a Copa de 1978. A CBD (depois CBF) optou por Claudio Coutinho (1939-1981), então treinador do Flamengo.

Sua galeria de conquistas no futebol gaúcho não se limitou aos dois títulos do Brasileiro pelo Inter. No mesmo clube do Beira-Rio ele ganhou três estaduais, e no Grêmio também foi campeão gaúcho por três vezes.

Também teve uma brilhante passagem pelo futebol paranaense, com quatro títulos estaduais, além de ter brilhado no futebol árabe, pelo Al-Hilal (atual clube de Neymar Júnior), onde venceu o Campeonato Saudita e a Copa do Rei.

 

***************************************************************

Achados & Perdidos: Flamengo vencia o Cobreloa há 44 anos e conquistava sua primeira Libertadores

A Copa Libertadores da América de 1981 foi decidida em três jogos, e no último deles, há exataos 44 anos, o Flamengo venceu o Cobreloa (Chile) por 2 a 0, conquistando seu primeiro título do torneio sul-americano, feito que repetiu por outras duas vezes: 2019 e 2022.

Em uma época em que apenas os dois primeiros colocados do Campeonato Brasileiro reperesentavam o País na Libertadores, Flamengo e Atlético Mineiro foram as equipes credenciadas para o torneio, e figuraram no mesmo grupo na primeira fase.

O Rubro-Negro eliminou o Galo em um terceiro jogo de desempate, realizado na Fonte Nova (GO), que sequer chegou ao final, aos 37 minutos do primeiro tempo, por conta das cinco expulsões de jogadores atleticanos, pelo árbitro José Roberto Wright.

Depois, na semifinal, o Flamengo se deu melhor diante do Deportivo Cali (Colômbia) e Jorge Wilsterman (Bolívia).

Na outra semifinal, o Cobrelo passou por duas equipes uruguaias: o Nacional e o Peñarol.

A DECISÃO

No primeiro jogo entre Flamengo e Cobreloa, no Maracanã, vitória da equipe carioca por 2 a 1, dois tentos de Zico para o Rubro-Negro, enquanto Merello fez para os chilenos.

Na segunda partida, no Chile, no Estadio Nacional de Santiago, o mesmo Merello fez o único gol na vitória do Cobreloa.

Assim, em mais um encontro no Estádio Nacional de Santiago, em 23 de novembro de 1981, o Flamengo venceu por 2 a , dois gols de Zico.

Campeão da Libertadores, o Flamengo disputou a Copa Toyota (Mundial de Clubes) diante dos ingleses do Liverpool e venceu com facilidade, 3 a 0, dois gols do centroavante Nunes e um do saudoso Adílio (1956-2024).

ABAIXO, COM NARRAÇÃO DO SAUDOSO LUCIANO DO VALLE (1947-2014), OS  GOLS DE COBRELOA 0 X 2 FLAMENGO, TERCEIRO E ÚLTIMO JOGO DECISIVO DA LIBERTADORES DE 1981 

 

***************************************************************

Olhos no retrovisor: Hamilton conquistava seu segundo título na F1 há 11 anos, o primeiro pela Mercedes

Há exatos 11 anos, em Yas Marina, palco do GP de Abu Dhabi,mesmo local de encerramento do Mundial de Fórmula 1 de 2024 (em 08 de dezembro), o britânico Lewis Hamilton, hoje na Ferrari, conquistava seu segundo título mundial na Fórmula 1, primeiro pela Mercedes, recolocando o time da estrela de três pontos no topo da principal categoria de automobilismo do mundo.

Lewis, que na próxima temporada defenderá as cores da Casa de Maranello, só foi ameaçado por Felipe Massa (Williams), que terminou em segundo lugar, uma vez que Nico Rosberg enfrentou sérios problemas em sua Mercedes, que a partir da volta 26 perdeu o sistema de recuperação de energia. Ele terminou em 14º, fora da zona de pontos.

MERCEDES DE VOLTA AO TOPO

Então aos 29 anos, Hamilton chegava ao seu segundo título na Fórmula 1, seis anos após ganhar o campeonato pela McLaren, em sua segunda temporada na Fórmula 1.

Com uma trajetória toda vinculada à McLaren, apadrinhado por Ron Dennis desde os 12 anos, Hamilton transferiu-se para a Mercedes em 2013, ano em que terminou o campeonato na quarta colocação.

A Mercedes, que retomou suas atividades na F1 em 2010, após comprar a Brawn-GP (campeã de construtores e pilotos no ano anteriror), voltou a ter um piloto campeão após 59 anos. A equipe alemã havia sido vitoriosa com Juan Manuel Fangio no biênio 1954/1955.

YAS MARINA/2014...

No traçado de 5.554 metros, a Williams mostrou força e completou o pódio com Valtteri Bottas, em terceiro. Daniel Ricciaro (Red Bull), Jenson Button (McLaren) e Nico Hulkenberg (Force India) vieram na sequência.

Sebastian Vettel despediu-se da Red Bull com a oitava colocação. Alonso, também encerrando sua jornada na Ferrari, foi o nono.

Na classificação final, Hamilton fechou o ano com 384 pontos. Rosberg, o vice-campeão, terminou com 317. Ricciardo foi o terceiro com 238. Felipe Massa terminou em sétimo, com 134.

Entre os construtores, a Mercedes, que já havia garantido o título, terminou a temporada com 701 pontos. A Red Bull ficou em segundo com 405 e a Williams foi a terceira, com 320, superando com folga a Ferrri, quarta colocada com 216 pontos.

CLASSIFICAÇÃO FINAL DO GP DE ABU DHABI DE 2014 - YAS MARINA

1º   Lewis Hamilton (ING/Mercedes)
2º   Felipe Massa (BRA/Williams-Mercedes)
3º   Valtteri Bottas (FIN/Williams-Mercedes)
4º   Daniel Ricciardo (AUS/Red Bull-Renault)
5º   Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes)
6º   Nico Hulkenberg (ALE/Force India-Mercedes)
7º   Sérgio Pérez (MEX/Force India-Mercedes)
8º   Sebastian Vettel (ALE/Red Bull-Renault)
9º   Fernando Alonso (ESP/Ferrari)
10º Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari)
11º Kevin Magnussen (DIN/McLaren-Mercedes)
12º Jean-Eric Vergne (FRA/Toro Rosso-Renault)
13º Romain Grosjean (FRA/Lotus-Renault)
14º Nico Rosberg (ALE/Mercedes)
15º Esteban Gutiérrez (MEX/Sauber-Ferrari)
16º Adrian Sutil (ALE/Sauber-Ferrari)
17º Will Stevens (ING/Caterham-Renault)

Não completaram a prova:

Kamui Kobayashi (JAP/Caterham-Renault) 
Pastor Maldonado (VEN/Lotus-Renault) 
Daniil Kvyat (RUS/Toro Rosso-Renault)

A prova:

Na largada, Hamilton, segundo do grid, foi bem melhor e assumiu a liderança, seguido por Rosberg, Massa, Button, Raikkonen e Alonso. Bottas caiu de 3º para 8º.

Com bom ritmo, Hamilton abrindo quase 1,5s para Rosberg na 5ª volta. Alonso superando Raikkonen, ganhando a quinta colocação mas em seguida foi para os boxes para sua primeira troca de pneus.

Na 6ª volta foi a vez de Bottas ultrapassar Raikkonen, em ritmo visivelmente lento.

Button Kvyat e Raikkonen nos boxes na 7ª volta. Os carros da Mercedes seguindo na frente, com Hamilton e Rosberg.

Parada perfeitamente normal para Hamilton na volta 11. Bottas também trocou seus pneus no giro 11. Punição para Hulkenberg.

Boxes para Rosberg na volta 12. Massa assume a liderança.

O brasileiro parou logo depois e a ordem foi restabelecida, com Hamilton e Rosberg nas duas primeiras posições e Massa em 3º.

Rodada de Kvyat na volta 16.

Melhor volta para Rosberg, reduzindo a diferença em relação a Hamilton.

Os seis primeiros na volta 25: Hamilton, Rosberg, Massa, Bottas, Ricciardo e Button.

Na volta 26, Rosberg se queixa de um problema em sua Mercedes, com queda de rendimento por falha no sistema de recuperação de energia. Aproximação de Felipe Massa, que ganha a posição do alemão na volta 27.

Massa começa sua aproximação em relação a Hamilton, tirando mais de um segundo por volta.

Hamilton nos boxes, Massa assume a liderança.

Mesmo com pneus mais desgastados, ritmo de Massa melhor que o de Hamilton na volta 36.Os dez primeiros na volta 38: Massa, Hamilton, Ricciardo, Bottas, Button, Perez, Hulkenberg, Vettel, Rosberg, Button e Alonso.

Restando 11 voltas, na 44, Massa vai aos boxes, coloca pneus supermacios e retorna em segundo lugar, 11 segundos atrás de Hamilton.

O brasileiro se aproximou bastante, terminou a apenas 2,5 de Hamilton e foi o segundo. Bottas completou o pódio. Rosberg foi o 14º.


  


CLIQUE AQUI PARA ACESSAR A HOME DE AUTOMOBILISMO DO PORTAL TERCEIRO TEMPO
 

CLIQUE AQUI PARA ACESSAR O CANAL DO BELLA MACCCHINA NO YOU TUBE

 

 

***************************************************************

Saudade: Há cinco anos morria Fernando Vannucci, do bordão "Alô, você!"

Há exatamente cinco anos, vítima de infarto, morria aos 69 anos, em São Paulo, o jornalista Fernando Vannucci, um dos mais talentosos e representativos de sua geração, com passagem marcante pela Rede Globo de Televisão.

Mineiro de Uberaba, onde nasceu em 5 de março de 1951, Vannucci deixou quatro filhos, e suas últimas atividades profissionais foram na Rede Brasil de Televisão e no UOL.

Criador do bordão "Alõ , você", Vannucci trabalhou em seis Copas do Mundo (1978, 1982, 1986, 1990, 1994 e 1998), e também foi importante voz do Carnaval, apresentando a atração pela Globo a partir do Sambódromo do Rio de Janeiro.

 

***************************************************************

Uma foto, uma história! Evaristo no Camp Nou, relembrando grandes momentos pelo Barcelona

Um dos melhores jogadores brasileiros de todos os tempos, Evaristo de Macedo, hoje com 92 anos, residindo em Ipanema, foi um dos grandes ídolos do Barcelona, clube pelo qual atuou entre 1957 e 1962.

E, lá, esteve presente no jogo inaugural do Estádio Camp Nou, entre Barcelona e Légia Varsóvia (Polônia), em que o time catalão venceu por 4 a 2, no dia 24 de setembro de 1957. Evaristo marcou um dos gols do triunfo.

Em diversas ocasiões , o ex-atacante Evaristo foi homenageado pelo Barcelona. Em uma das visitas que fez ao clube catalão, ele posou junto à trave do gol onde anotou seu tento no jogo inaugural. E esta foto que ilustra a matéria desta semana em nossa seção "Uma foto, uma história!".

Entre as marcas históricas pelo Barcelona, ele foi o primeiro atleta do clube a marcar três gols em um único jogo, válido pelo Campeonato Espanhol.

Evaristo de Macedo, carioca nascido em 22 de junho de 1933, chegou ao Barcelona após uma trajetória de muito sucesso pelo Flamengo, onde atuou entre 1953 e 1957.

Ainda atuou pelo rival do Barça, o Real Marid e retornou ao Brasil onde encerrou sua carreira, pelo velho conhecido Flamengo.

Emendou uma longeva e vitoriosa carreira como treinador de futebol, inclusive com passagem pela Seleção Brasileira, em 1985.

 

***************************************************************

Olhos no retrovisor: Verstappen se juntava a Prost e Vettel e conquista o tetra há um ano

Campeão das três últimas temporadas, o holandês Max Verstappen (Red Bull) conquistava há exatamente um ano seu tetracampeonato mundial de pilotos da Fórmula 1 de forma consecutiva após o GP de Las Vegas, igualando-se ao francês Alain Prost (vencedor em 1985, 1986, 1989 e 1993) e ao alemão Sebastian Vettel (que ganhou seus campeonatos de forma consecutiva, em 2010, 2011, 2012 e 2013), os outros dois que chegaram a quatro títulos na categoria máxima do automobilismo. 

Para chegar ao tetra, ainda restando mais duas (Catar e Abu Dhabi), Verstappen precisava apenas chegar à frente de Lando Norris, e ele conseguiu isso com um discreto quinto lugar, uma posição melhor que Norris.

A Mercedes foi o destaque da prova em Las Vegas, com George Russell vencendo, seguido pelo companheiro de equipe Lewis Hamilton. Carlos Sainz fez uma sólida prova com a Ferrari e completou o pódio, em terceiro, seguido exatamente pelo outro carro da Ferrari, o de Charles Leclerc. 

A exemplo de Vettel, Verstappen também chega ao tetracampeonato de forma consecutiva e pela mesma equipe que o alemão, a Red Bull. A diferença é que a Red Bull de Sebastian era impulsionada por propulsores Renault, enquanto Max contou com a tecnologia da Honda.

Assim, Verstappen deixou a galeria dos tricampeões, onde estava ao lado de Jack Brabham, Jackie Stewart, Niki Lauda, Nelson Piquet e Ayrton Senna, e em termos de campeonatos está atrás apenas do argentino Juan Manuel Fangio (pentacampeão), e do alemão Michael Schumacher e do britânico Lewis Hamilton, ambos heptacampeões.

A corrida de Las Vegas não teve grandes surpresas. A Mercedes, que dominara as sessões livres, fez a dobradinha, ainda que a tarefa de Hamilton tenha sido bem mais difícil, largando do décimo lugar, enquanto Russell dominou de ponta a ponta a partir da pole. A Ferrari, desde o início, mostrou que tinha velocidade, e restava apenas saber quem completaria o pódio, e este ficou com Sainz.

O ponto de bonificação foi para Lando Norris, que registrou a melhor volta na última delas, a 50ª, em 1min34s876.  

 

***************************************************************

Saudade: Há cinco anos morria Diego Armando Maradona

Há exatamente cinco anos, vítima de parada cardiorrespiratória, morria Diego Armando Maradona. Ele estava em sua casa, em Tigre, na região metropolitana de Buenos Aires. 

No início do mês de novembro de 2020, Maradona passou por uma cirurgia no cérebro, procedimento realizado após ter sido diagnosticado um hematoma subdural crônico, com uma pequena hemorragia. 

Ídolo máximo do futebol argentino, Maradona defendeu a seleção albiceleste em quatro Copas do Mundo: 1982, 1986 (nesta sagrando-se campeÕ-, 1990 e 1994.

Por clubes, Maradona defendeu o Argentino Juniors, Boca Juniors, Barcelona, Napoli, Sevilla e Newells Old Boys. Como treinador, Maradona dirigia o Gimnasia Esgrima, time que ajudou a salvar do rebaixamento no campeonato argentino. Antes disso, dirigiu Al-Wasl e Fujairah, dos Emirados Árabes, Dorados, do México, e ainda comandou a seleção argentina na Copa do Mundo de 2010.

 

***************************************************************
 
Live de Marcos Falopa será com o cardiologista Nabil Ghorayeb
 

O médico cardiologista Nabil Ghorayeb é o convidado desta terça-feira (25), a partir das 19h, da live comandada por Marcos Falopa, coordenador técnico, profissional que acumula um currículo invejável como treinador de diversos clubes e seleções, incluindo trabalhos de instrutor pela Fifa.

O especialista abordará a importância do controle na preparação de atletas, com recomendações neste sentido.

A live estará no Instagram de Marcos Falopa a partir das 19h (clique aqui para acessar)

 

***************************************************************

Milton Neves, ao lado de Boni em 2016, foi homenageado no 7º Fórum de Marketing Empresarial

Foi na noite de 3 de setembro de 2016 que o jornalista e publicitário Milton Neves representando o Terceiro Tempo Publicidade, foi, ao lado de José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, um dos homenageados do 7º Fórum de Marketing Empresarial, no Hotel Sofitel Jequitimar, no Guarujá, litoral paulista, evento promovido pelo LIDE – Grupo de Líderes Empresariais e a Editora Referência, liderada por Armando Ferrentini, com curadoria do jornalista Adonis Alonso. O evento aconteceu em três dias, entre 2 e 4 de setembro de 2026, e reuniu mais de 500 empresários.

Além de Boni e Milton, também foram homenageados, entre outros, Dorian Cruz (marketing da Coca-Cola, Daniela Cachich (vice-presidente de marketing da Heineken), Guilherme Telles (general manager da Uber no Brasil), Giovani Decker (presidente do UFC Brasil), Luiz Fernando Furlan, da Sadia, chairman do LIDE,  Marcos Quintela (presidente da Y&R), Luiz Cláudio Costa (presidente da Record),  Paulo Giovanni (chairman da Léo Burnett), Alexandre Costa (presidente da Cacau Show) e Sérgio Amado (presidente da Olgivy).

Milton esteve presente ao lado de sua saudosa esposa Lenice Chame Magnoni Neves (1954-2020) e do filho mais velho, Rafael Magnoni Neves.

 

***************************************************************

Achados & Perdidos: O primeiro gol de Roberto Dinamite pelo Vasco da Gama, há 54 anos

Maior artilheiro e maior ídolo da história do Clube de Regatas Vasco da Gama, o saudoso Roberto Dinamite (1954-2023) marcava há 54 anos o primeiro de seus 708 gols pelo Cruzmaltino.

Roberto nos deixou em 8 de janeiro de 2023, aos 68 anos, após travar uma árdua luta contra um câncer intestinal.

A partida, terceira dele pelo Vasco, aconteceu em 25 de novembro de 1971 no Maracanã, diante do Internacional, válida pelo Campeonato Brasileiro.

O time carioca já estava à frente no placar, tento marcado aos 5 minutos do segundo tempo por Buglê (autor do primeiro gol no Mineirão), e Roberto estava no banco de reservas quando foi chamado pelo treinador Admildo Chirol (1934-1998) para entrar no lugar de Gilson Nunes

O cronômetro batia em 27 minutos da etapa final quando Roberto fez seu histórico gol, usando a camisa 15, vencendo o goleiro colorado Gainete.

"Recebi o lançamento, vi uma brecha e joguei a bola na frente. Aí o Gainete ficou indeciso e pensei rápido: `É agora´. Não deu outra coisa. Quero ter esta alegria muitas outras vezes", disse na ocasião o jovem Roberto, então com 17 anos, ao "Jornal dos Sports", que estampou a seguinte manchete: "Garoto-Dinamite Explodiu".

Infelizmente não há registro em vídeo deste gol de Roberto Dinamite, o Carlos Roberto de Oliveira, carioca de Duque de Caxias, mas há um áudio, da narração, que o próprio Roberto acompanhou, durante uma homenagem, que você pode constatar abaixo.

 

***************************************************************

Em vídeo, "Antes & Depois" de centroavantes que brilharam pelo São Paulo Futebol Clube

Nesta semana buscamos em nosso quase infindável acervo da seção "Que Fim Levou?" imagens de "Antes & Depois" de centroavantes que brilharam pelo São Paulo Futebol Clube, ídolos de diferentes épocas que marcaram muitos gols pelo clube paulista do bairro do Morumbi.

O saudoso Leônidas da Silva (1913-2004), que ganhou o apelido de "Diamante Negro", foi um dos melhores jogadores da história do futebol brasileiro, notabilizado por ter sido o inventor da bicicleta no futebol, habilidade que desenvolveu pioneiramente em 1932 pelo Bonsucesso, primeiro clube que defendeu profissionalmente.

Após passagens por diversas agremiações, entre elas o Peñarol (Uruguai), Vasco da Gama, Botafogo (RJ) e Flamengo, finalmente chegou ao Tricolor Paulista, onde atuou entre 1942 e 1950. Depois de uma trajetória como treinador, no próprio São Paulo, entre 1950 e 1955, Leônidas foi comentarista de futebol, tendo trabalhado na então premiada equipe da Rádio Jovem Pan no começo da década de 1970, ao lado de Claudio Carsughi, Milton Neves, Fausto Silva e Orlando Duarte (1932-2020), entre outros.

O oportunista e habilidoso goleador Mirandinha, o Sebastião Miranda da Silva Filho, primeiro dos Mirandinhas famosos do futebol brasileiro, hoje com 73 anos, havia começado sua carreira pelo América de São José do Rio Preto, onde despontou, e atraiu interesse de um dos gigantes da capital paulista, o Corinthians.

Depois, já com sua trajetória consolidada, Mirandinha transferiu-se para o São Paulo, onde jogou entre 1974 e 1979. Viveu um enorme drama profissional por conta de uma fratura dupla na tíbia e na fíbula, em jogo justamente contra seu ex-clube, o América, em Rio Preto, no dia 24 de novembro de 1974, em uma dividida com o zagueiro Baldini. A cena é horrível, e foi registrada pelo fotógrafo Domício Pinheiro. Após sete cirurgias e longa reabilitação, Mirandinha deu a volta por cima para voltar a jogar oficialmente, mas somente em 7 de dezembro de 1977, mais de três anos depois da contusão. Mirandinha ainda jogou no futebol norte-americano e encerrou definitivamente sua carreira nos gramados em 1985, pelo Pinhalense (SP). 

Serginho Chulapa, maior artilheiro da história do Tricolor com 242 gols anotados, hoje reside em Santos, e está com 71 anos. Sérgio Bernardino, paulistano do bairro da Casa Verde, havia jogado na base da Portuguesa de Desportos e em seguida no São Paulo, onde alcançou a condição de profissional em 1973. Lá, conquistou três títulos do Paulistão (1975, 1980 e 1981) e o primeiro Brasileirão do Tricolor, em 1977. 

Seu protagonismo no comando de ataque do São Paulo rendeu a confiança de Telê Santana, que o colocou como titular do Brasil na Copa de 1982, na Espanha. Porém, com a amarelinha, Serginho não foi nem sombra do oportunista atacante que o levou à fama, sendo a figura mais apagada do time que encantou o mundo mas foi eliminado pela Itália no Sarriá.

Em 1983 transferiu-se para o Santos e no ano seguinte conquistou o Paulistão, impedindo o triconsecutivo do Corinthians, que havia vencido o São Paulo nas edições de 1982 e 1983. Em 1985 teve uma curtíssima passagem pelo Corinthians e em seguida duas experiências pelo futebol do exterior, primeiro em Portugal (Marítimo), retornando ao Santos, e depois pelo Malatyaspor (Turquia), retornando mais uma vez à Vila Belmiro. 

No final de carreira atuou por Portuguesa Santista, São Caetano e Atlético Sorocaba, onde colocou um ponto final em sua carreira, em 1993. 

Careca, o Antônio de Oliveira Filho, araraquarense que hoje está com 65 anos, ficou nacionalmente conhecido pelo Guarani de Campinas, onde iniciou sua vitoriosa carreira. Lá no Bugre, ao lado de Zenon, Renato e Zé Carlos, entre outros, esteve presente no fortíssimo time que conquistou um título inédito para um clube do interior do País, o Campeonato Brasileiro de 1978.

Chegou ao São Paulo em 1983, logo ganhando a admiração da torcida tricolor. No clube, conquistou dois títulos do Paulistão (1985 e 1987) e um do Brasileiro (1986). Permaneceu no São Paulo até 1987, para em seguida formar uma dupla afinadíssima ao lado de ninguém menos que o saudoso Diego Armando Maradona (1960-2020) no Napoli, onde foi campeão italiano, da Liga Europa da UEFA e da Supercopa da Itália. 

Ainda jogou no Japão, pelo Kashiwa Reyson, passou por Santos, São José e encerrou sua carreira pelo Campinas, em 2004.

Trazendo estes inesquecíveis jogadores em imagens de momentos distintos, procuramos manter viva a memória do esporte.

VEJA, NO VÍDEO ABAIXO, COM SELEÇÃO DE MARCOS MICHELETTI E EDIÇÃO DE KENNEDY ANDRÉS, DO PORTAL TERCEIRO TEMPO

 

 

***************************************************************

Parabéns, Bobô, 63 anos. O craque que ganhou homenagem em música de Caetano Veloso

Bobô, maestro do time do Bahia campeão brasileiro de 1988, que ganhou uma linda homenagem de Caetano Veloso na canção "Reconvexo", completa 63 anos nesta quarta-feira (26).

Meia-direita de ofício, criativo e autor de lindos gols ao longo de sua brilhante carreira, Raimundo Nonato Tavares da Silva, o Bobô, natural de Senhor do Bomfim, começou sua trajetória futebolística profissional pela Catuense, onde atuou entre 1981 e 1985, mas o Bahia não desperdiçou a oportunidade em trazê-lo para seu elenco em 1985, e já no ano seguinte iniciou uma trajetória de títulos pelo Tricolor, com os estaduais de 1986, 1987 e 1988, e neste último ano coroando sua passagem pelo clube soteropolitano com o título do Brasileiro, superando o Internacional na final.

Depois, em 1989, defendeu o São Paulo, onde esteve até 1990. Ainda passou por Flamengo (por empréstimo) e Fluminense antes de chegar ao Corinthians, onde jogou em 1993. Ainda defendeu o Inter 1994 e fez seus dois últimos anos nos gramados justamente pelo Bahia, em 1995 e 1996, onde também teve uma passagem como treinador, entre 2005 e 2006.

Atualmente deputado estadual da Bahia pelo PC do B, em seu terceiro mandato, Bobô conquistou dois prêmios de peso no cenário brasileiro, sendo eleito Bola de Prata consecutivamente em 1988 e 1989.

Veja o vídeo da música "Reconvexo", de Caetano Veloso, com a interpretação do próprio. Bobô é mencionado em um dos versos. "Quem não amou a elegância sutil de Bobô", diz a canção

 

***************************************************************

Olhos no retrovisor: Felipe Massa se despedia da Fórmula 1 há oito anos

Há exatos oito anos, em 26 de novembro de 2017, o brasileiro Felipe Massa, hoje na Stock Car, fazia sua última corrida pela Fórmula 1, na etapa derradeira daquela temporada, o GP de Abu Dhabi, em Yas Marina.

Então piloto da Williams-Mercedes, Massa largou em décimo e terminou nesta mesma posição, após um duelo franco com seu ex-companheiro de Ferrari, o espanhol Fernando Alonso, então na McLaren-Honda. A vitória foi de Valtteri Bottas (Mercedes). No pódio, ao lado do finlandês, o inglês Lewis Hamilton (Mercedes) e o alemão Sebastian Vettel (Ferrari).

Pela Fórmula 1, Felipe Massa conquistou 11 vitórias (todas pela Ferrari) e 16 poles (15 pela Ferrari e uma pela Williams). Sua melhor temporada foi a de 2008, quando terminou como vice, um ponto atrás do campeão Lewis Hamilton.

 

***************************************************************

Há quatro anos morria Sylvio Ruiz, repórter que marcou época na cobertura do Santos

Há exatos quatro anos, vítima de uma infecção generalizada, morreu Sylvio Ruiz Massa, que marcou época na cobertura do Santos Futebol Clube. Sylvio Ruiz, o Verdadeiro (apelido dado por Osmar Santos), estava com 83 anos de idade, internado em Santos, no Hospital Santo Expedito.

Ele deixou a Rádio Globo-AM, onde trabalhou por dezenas de anos, desde os tempos em que a emissora chamava-se Rádio Nacional, em 1999.

Sempre como setorista na Vila Belmiro, Sylvio trabalhou com Pedro Luiz, Carlos Aymard, Mário Moraes, Luciano do Valle, Juarez Soares, Silvio Filho, Loureiro Júnior e tanta gente boa.

Depois, militou na TV Santa Cecília de Santos, na Rádio Guarujá-AM - 155 kilohertz e também empunhou o microfone da Rádio Cacique de Santos- AM 1510. 

Sylvio Ruiz Massa era casado com a professora Elizabeth Lins Massa, com quem teve dois filhos, Adriana e Daniel. 

Trabalhou nos seguintes veículos: Rádios Nacional, Atlântica, Cacique, Excelsior de SP, Globo, CBN e Guarujá; TVs: Paulista, Record e Santa Cecília; Jornais: Diário Popular, Alvinegro, Ondas de Praia Grande e Gazeta Metropolitana.

Sylvio foi um dos fundadores da Acesan (Associação dos Cronistas Esportivos de Santos), era sócio da Aceesp (Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo) e do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo.

 

***************************************************************

Saudade: Nilton Santos, ídolo eterno do Botafogo, nos deixava há 12 anos

Há exatos 12 anos, na tarde de 27 de novembro de 2013, morria um dos maiores ídolos da história do Botafogo de Futebol e Regatas e do futebol brasileiro: Nilton Santos, aos 88 anos, vítima de insuficiência respiratória e cardíaca.

Com 718 jogos disputados pelo Alvinegro Carioca, único clube que defendeu profissionalmente (entre 1948 e 1964), além da Seleção Brasileira, onde conquistou as copas de 1958 e 1962, Nilton Santos hoje dá nome ao estádio do clube carioca.

Carioca, nascido em 16 de maio de 1925, Nilton Santos, apelidado de "Enciclopédia", em razão de seus amplos conhecimentos de futebol, para muitos é considerado o maior lateral-esquerdo da história do futebol brasileiro, provavelmente o primeiro a se notabilizar por não apenas ser um bom defensor mas também ajudar no ataque. 

No Botafogo, apenas Garrincha, em termos de idolatria, está um degrau acima do saudoso Nilton Santos, que era um admirador confesso do ponta-direita que viu começar em seu time, de quem tornou-se grande amigo e conselheiro.

 

***************************************************************

F1: Com Verstappen mais próximo de Norris, Catar recebe a penúltima etapa do Mundial

Depois da desclassificação dos dois carros da McLaren no último domingo (23) no GP de Las Vegas (irregularidade na medida da prancha do assoalho), o holandês Max Verstappen (Red Bull), vencedor da prova norte-americana, reduziu para 24 pontos sua desvantagem em relação ao líder Lando Norris, e tem o mesmo número de pontos que Oscar Piastri.

De qualquer forma, com Sprint no sábado (29) na etapa do Catar em Lusail, penúltima do calendário de 2025, é mais uma oportunidade que Vertappen tem em sua luta que parecia perdia pelo quinto título consecutivo na Fórmula 1. Ele chegou a estar 104 pontos atrás do líder do campeonato.

Assim, estarão em disputa ao término da rodada de Lusail, 33 pontos: oito pela vitória na Sprint e outros 25 pelo triunfo no GP.

E, no retrospecto recente da etapa do Catar, que chega à quarta edição, Verstappen venceu nos dois últimos anos, em 2023 e 2024.

Por outro lado, Norris pode assegurar por antecipação seu inédito título na Fórmula 1. Basta sair do Catar com 26 pontos de vantagem para os concorrentes (Piatri e Verstappen), pois restarão apenas os 25 pontos em disputa na etapa derradeira, em Abu Dhabi.

O britânico, que completou 26 anos no último dia 13 de novembro, está na categoria máxima do automobilismo desde 2019, ano em que estreou pela mesma McLaren, um ano após o vice-campeonato na Fórmula 2 (George Russell, hoje na Mercedes, venceu o campeonato).

PNEUS

Em um traçado em que os pneus são submetidos a níveis de energia semelhantes aos de Suzuka (Japão), a Pirelli escolheu a gama mais dura de compostos para a etapa catari, a saber: C1 (Duro); C2 (Médio) e C3 (Macio). Serão os mesmos pneus utilizados na atual temporada nas etapas do Japão, Bahrein e Espanha.

Com um asfalto liso, Lusail costuma causar considerável granulação, o que contribui para um desgaste excessivo dos pneus, que sofrem sobretudo entre as curvas 12 e 14, ambas de alta velocidade.

A maior parte das curvas da pista de Lusail são de alta velocidade, o que significa que os pneus têm pouco tempo para se recuperar, e o trecho que mais os desgasta é entre as curvas 12 e 14. A superfície da pista, que é bastante lisa, costuma causar granulação, o que contribui para um alto índice de desgaste dos pneus.

NO ANO PASSADO

A pole para o GP do Catar no ano passado foi de Max Verstappen, em 1min20s520. Ele mesmo venceu a prova, seguido por Leclerc e Piastri. A Sprint foi vencida por Lando Norris. Clique aqui e veja como foi o GP do Catar de 2024.

Esta será a quarta edição do GP do Catar. Em 2021, primeira vez que Lusail esteve no calendário da Fórmula 1, Lewis Hamilton, então na Mercedes, foi o vencedor.

Em 2022, em razão da Copa do Mundo realizada naquele país, a prova não aconteceu. Em 2023 e 2024, triunfos de Max Verstappen.

CAMPEONATO

Somente três pilotos podem ficar com o título do Mundial de Fórmula 1 em 2025: Norris (390 pontos); Piastri e Verstappen (ambos com 266).

Entre os Construtores, a McLaren já assegurou a conquista do título na 18ª etapa, em Singapura. A disputa pelo vice-campeonato segue em aberto, com a Mercedes um pouco mais folgada com 398 pontos, ante os 366 da Red Bull (terceira colocada) e os 362 da Ferrari (que está em quarto lugar).

PROGRAMAÇÃO COMPLETA PARA O GP DO CATAR - LUSAIL, 23ª ETAPA DO MUNDIAL -HORÁRIOS DE BRASÍLIA

Sexta-feira (28)

10h30 às 11h30 – Treino livre
14h30 – Classificação para a Sprint

Sábado (29)

11h00 – Corrida Sprint
15h00 – Classificação para o GP

Domingo (30)

13h00 – GP do Catar - (57 voltas) - Extensão do circuito: 5.380 metros

CALENDÁRIO COMPLETO DA TEMPORADA DE 2025 DA FÓRMULA 1

1. GP da Austrália  - Circuito de Melbourne - 14 a 16/03/2025 - Pole de Norris, em 1min15s096 - Vitória de Norris, seguido por Verrtappen e Russell

2. GP da China - Autódromo Internacional de Xangai * - 21 a 23/03/2025 - Vitória de Hamilton na Sprint - Pole de Piastri, com 1min31s591 - Vitória de Piastri, seguido por Norris e Russell.

3. GP do Japão - Autódromo de Suzuka - 4 a 6/04/2025 - Pole de Verstappen, em 1min26s983 - Vitória de Verstappen, seguido por Norris e Piastri.

4. GP do Bahrein -  Autódromo Internacional de Sakhir - 11 a 13/04/2025 - Pole de Piastri, em 1min29s841 - Vitória de Piastri, seguido por Russell e Norris.

5. GP da Arábia Saudita - Autódromo de Jeddah-Corniche -  18 a 20/04/2025 - Pole de Verstappen, em 1min27s294 - Vitória de Piastri, seguido por Verstappen e Leclerc.

6. GP de Miami - Circuito Internacional de Miami * - 2 a 4/05/2025 - Sprint vencida por Norris - Pole de Verstappen, em 1min26s204 - Vitória de Piastri, seguido por Norris e Russell.

7. GP da Emilia-Romagna -  Autódromo Enzo e Dino Ferrari (Imola) - 16 a 18/05/2025 - Pole de Piastri, em 1min14s670 - Vitória de Verstappen, seguido por Norris e Piastri.

8. GP de Mônaco - Circuito de Monte Carlo - 23 a 25/05/2025 - pole da Norris, em 1min09s954 - Vitória de Norris, seguido por Leclerc e Piastri.

9. GP da Espanha - Circuito de Barcelona-Catalunha - 30/05 a 1º/06/2025 - Pole de Piastri, em 1min11s546 - Vitória de Piastri, seguido por Norris e Leclerc.

10. GP do Canadá - Circuito Gilles-Villeneuve - 13 a 15/06/2025 - Pole de George Russell, em 1min10s899 - Vitória de Russell, seguido por Verstappen e Antonelli.

11. GP da Áustria - Red Bull Ring, em Spielberg -  27 a 29/06/2025 - Pole de Norris, em 1min03s971 - Vitória de Norris, seguido por Piastri e Leclerc.

12. GP da Grã-Bretanha - Autódromo de Silverstone - 4 a 6/07/2025 - Pole de Verstappen, em 1min24s892 - Vitória de Norris, seguido por Piastri e Hulkenberg.

13. GP da Bélgica - Autódromo de Spa-Francorchamps * -  25 a 27/07/2025 - Vitória de Verstappen na Sprint - Pole de Norris, em 1min40s562 - vitória de Piastri, seguido por Norris e Leclerc.

14. GP da Hungria - Autódromo de Hungaroring -  1º a 3/08/2025 - Pole de Leclerc, em 1min15s372 - Vitória de Norris, seguido por Piastri e Russell

15. GP da Holanda -  Autódromo de Zandvoort - 29 a 31/08/2025 - Pole de Piastri, em 1min08s662 - Vitória de Piastri, seguido por Verstappen e Hadjar.

16. GP da Itália - Autódromo de Monza -  5 a 7/09/2025 - Pole de Verstappen, em 1min18s792 - Vitória de Verstappen, seguido por Norris e Piastri.

17. GP do Azerbaijão -  Circuito de Baku - 19 a 21/09/2025 - Pole de Verstappen, em 1min41s117 - Vitória de Verstappen, seguido por Russell e Sainz.

18. GP de Singapura - Circuito de Marina Bay - 3 a 5/10/2025 - Pole de Russell em 1min29s158 - Vitória de Russell, seguido por Vestappen e Norris.

19. GP dos Estados Unidos -  Autódromo das Américas (COTA) * - 17 a 19/10/2025 - Pole de Verstappen, em 1min32s510 - Vitória de Verstappen na Sprint - Vitória de Verstappen no GP, seguido por Norris e Leclerc.

20. GP do México - Autódromo Hermanos Rodríguez - 24 a 26/10/2025 - Pole de Norris, em 1min15s586 - Vitória de Norris, seguido por Leclerc e Verstappen.

21. GP de São Paulo - Autódromo José Carlos Pace (Interlagos) * -  7 a 9/11/2025 - Pole de Norris, em 1min09s511 - Viotória de Norris na Spriint - Vitória de Norris, seguido por Antonelli e Verstappen.

22. GP de Las Vegas - Circuito de Las Vegas Strip - 21 a 23/11/2025 - Pole de Norris, em 1min47s934 - Vitória de Verstappen, seguido por Russell e Antonelli.

PRÓXIMAS ETAPAS

23. GP do Catar -  Autódromo Internacional de Lusail * - 28 a 30/11/2025
24. GP de Abu Dhabi - Circuito Yas Marina - 5 a 7/12/2025

* Etapas com Sprint

  

 

CLIQUE AQUI PARA ACESSAR A HOME DE AUTOMOBILISMO DO PORTAL TERCEIRO TEMPO 

CLIQUE AQUI PARA ACESSAR O CANAL DO BELLA MACCCHINA NO YOU TUBE

CLIQUE AQUI PARA ACESSAR TODAS AS COLUNAS DE MARCOS JÚNIOR MICHELETTI

 

***************************************************************

Olhos no retrovisor: Há 14 anos, em Interlagos, Barrichello disputava seu último GP na Fórmula 1

Há exatamente 14 anos, em 27 de novembro de 2011, Rubens Barrichello fazia sua última corrida na Fórmula 1, terminando o GP do Brasil na 14ª posição, após ter largado em 12º com a Williams-Cosworth.

Ao todo, Rubens disputou 323 GPs na F1, recorde que manteve até o GP de Eifel, disputado em Nurburgring (Alemanha) no dia 11 de outubro de 2020, ocasião em que o finlandês Kimi Raikkonen (Alfa Romeo), o superou. Em 2021, no GP da Bélgica, Fernando Alonso (Alpine), também ultrapassou a marca de Barrichello em número de GPs na categoria.

Barrichello conquistou 11 vitórias na F1, sendo nove pela Ferrari e duas pela Brawn GP-Mercedes. Ele partiu da pole em 14 GPs (11 vezes pela Ferrari, uma pela Jordan, uma pela Stewart Grand Prix e uma pela Brawn-GP).

O ÚLTIMO GP DE BARRICHELLO NA F1

Utilizando um capacete com cores em homenagem a Ayrton Senna, Barrichello fez o máximo que pôde na classificação com sua Williams, que contava com o defasado propulsor da Cosworth. Ficou próximo de avançar ao Q3, mas largou em 12º, seis posições à frente de seu companheiro de equipe, o venezuelano Pastor Maldonado.

O tempo de Barrichello: 1min13s801 contra 1min14s625 de Maldonado. A pole foi do já campeão Sebastian Vettel (Red Bull), que cravou 1min11s918.

Na largada, Barrichello perdeu sete posições, caindo para 19º, e precisou se esforçar bastante para recuperar terreno e receber a bandeira quadriculada em 14º.

A vitória foi do australiano Mark Webber (Red Bull), que beneficiou-se de um problema de câmbio de Sebastian Vettel, que mesmo assim terminou na segunda colocação. Jenson Button (McLaren) completou o pódio.

Daquela prova, com 24 carros no grid, apenas quatro pilotos seguem na F1: Lewis Hamilton, Sebastian Vettel, Daniel Ricciardo e Sergio Pérez. Fernando Alonso, que terminou a prova em quarto lugar, pela Ferrari, estará de volta ao grid na próxima temporada, como piloto da Alpine (atual Renault), após dois anos fora da categoria.

RESULTADO FINAL DO GP DO BRASIL DE 2011

1º   Mark Webber (AUS/Red Bull-Renault), 71 voltas em 1h32min17s434
2º   Sebastian Vettel (ALE/Red Bull-Renault), a 16s983
3º   Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes), a 27s638
4º   Fernando Alonso (ESP/Ferrari), a 35s048
5º   Felipe Massa (BRA/Ferrari), a 1min06s733
6º   Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes), a 1 volta
7º   Nico Rosberg (ALE/Mercedes), a 1 volta
8º   Paul di Resta (ESC/Force India-Mercedes), a 1 volta
9º   Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Petronas), a 1 volta
10º Vitaly Petrov (RUS/Lotus Renault), a 1 volta
11º Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso-Ferrari), a 1 volta
12º Sébastien Buemi (SUI/Toro Rosso-Ferrari), a 1 volta
13º Sergio Pérez (MEX/Sauber-Petronas), a 1 volta
14º Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth), a 1 volta
15º Michael Schumacher (ALE/Mercedes), a 1 volta
16º Heikki Kovalainen (FIN/Lotus-Renault), a 2 voltas
17º Bruno Senna (BRA/Lotus Renault), a 2 voltas
18º Jarno Trulli (ITA/Lotus-Renault), a 2 voltas
19º Jérôme D´Ambrosio (BEL/Marussia Virgin-Cosworth), a 3 voltas
20º Daniel Ricciardo (AUS/Hispania-Cosworth), a 3 voltas

Não completaram a prova:

Vitantonio Liuzzi (ITA/Hispania-Cosworth)
Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes)
Pastor Maldonado (VEN/Williams-Cosworth)
Timo Glock (ALE/Marussia Virgin-Cosworth)

Rubens Barrichello utilizou um capacete alusivo ao de Ayrton Senna. Foto: Carsten Horst/Divulgação

DEPOIS DA F1...

Sem contrato com a F1 para a temporada de 2012, preterido pelo compatriota Bruno Senna na Williams, Barrichello acertou um acordo para competir pela Fórmula Indy, na KV Racing, ao lado do amigo Tony Kanaan. Ele fechou o ano em 12º lugar, com 289 pontos, tendo como melhor resultado o quarto lugar na antepenúltima etapa, em Sonoma. Foi sua única temporada pela categoria norte-americana.

Ainda em 2012 ele fez três corridas pela Stock Car, assinando contrato para a temporada de 2013 com a Full Time Sports, marcando sua primeira pole na etapa de Cascavel daquele ano. Em 2014 conseguiu sua primeira vitória na categoria, na Corrida do Milhão (em Goiânia) e ganhou o título daquela temporada. 

Piloto mais velho do atual grid da Stock, com 50 anos completados em 23 de maio, Barrichello lidera o campeonato restando uma etapa, que será realizada em Interlagos no dia 11 de dezembro.

ATUALMENTE...

Barrichello, hoje com 53 anos, segue na Stock pela mesma Full Time Sports equipe pela qual conquistou os títulos de 2014 e 2022. 

Em 28 de abril de 2012, no primeiro treino livre para a São Paulo Indy 300, no Anhembi. Foto: Marcos Júnior Micheletti/Portal Terceiro Tempo

 

Em 2023, pela Stock Car. Foto: Divulgação/Full Time Sports



ESTATÍSTICAS DE RUBENS BARRICHELLO PELA FÓRMULA 1 E STOCK CAR

Pela F1, Barrichello disputou 322 corridas (segundo em GPs, atrás apenas do finlandês Kimi Raikkonen).

Venceu 11 GPs, sendo nove pela Ferrari e dois pela Brawn GP-Mercedes.

VITÓRIAS DE RUBENS BARRICHELLO NA F1

1ª GP da Alemanha/2000 - Hockenheim (Ferrari)
2ª GP da Europa/2002 - Nurburgring-ALE (Ferrari)
3ª GP da Hungria/2002 - Hungaroring (Ferrari)
4ª GP da Itália/2002 - Monza (Ferrari)
5ª GP dos Estados Unidos /2002 - Indianápolis (Ferrari)
6ª GP da Grã-Bretanha/2003 - Silverstone (Ferrari)
7ª GP do Japão/2003 - Suzuka (Ferrari)
8ª GP da Itália/2004 - Monza (Ferrari)
9ª GP da China/2004 - Xangai (Ferrari)
10ª GP da Europa/2009 - Valência-ESP (Brawn GP-Mercedes)
11ª GP da Itália/2009 - Monza (Brawn GP-Mercedes)

Conquistou 14 poles, sendo uma pela Jordan-Hart, uma pela Stewart-Ford, 11 pela Ferrari e uma pela Brawn-Mercedes.

RELAÇÃO COMPLETA DE POLES DE RUBENS BARRICHELLO NA F1

1ª   GP da Bélgica/1994 (Jordan-Hart)
2ª   GP da França/1999  (Stewart-Ford)
3ª   GP da Austrália/2002 (Ferrari)
4ª   GP da Áustria/2002 (Ferrari)
5ª   GP da Hungria/2002 (Ferrari)
6ª   GP da Hungria/2003 (Ferrari)
7ª   GP do Brasil/2003 (Ferrari)
8ª   GP da Inglaterra/2003 (Ferrari)
9ª   GP do Japão/2003 (Ferrari)
10ª GP dos Estados Unidos/2004 (Ferrari)
11ª GP da Itália/2004 (Ferrari)
12ª GP da China/2004 (Ferrari)
13ª GP do Brasil/2004 (Ferrari)
14ª GP do Brasil/2009 (Brawn-Mercedes)

Foi vice-campeão em 2002 e 2004, em ambas temporadas pela Ferrari

VITÓRIAS DE RUBENS BARRICHELLO NA STOCK CAR

1ª Goiânia/2014 (Corrida do Milhão, traçado misto)
2ª Cascavel/2014 (Corrida 2)
3ª Cascavel/2016 (Corrida 2)
4ª Londrina/2016 (Corrida 2)
5ª Goiânia/2016 (Corrida 1)
6ª Santa Cruz do Sul/2017 (Corrida 1)
7ª Buenos Aires - Argentina/2017 (Corrida 2)
8ª Goiânia/2018 (Corrida do Milhão, anel externo)
9ª Londrina/2018 (Corrida 1)
10ª Mogi Guaçu - Velo Città/2019 (Corrida 2)
11ª Goiânia/2019 (Corrida 2)
12ª Campo Grande/2019 (Corrida 2)
13ª Velopark/2019 (Corrida 2)
14ª Goiânia/2020 (Corrida 2)
15ª Velocitta/2021 (Corrida2)
16ª Velocitta/2021 (Corrida 1)
17ª Goiânia/2022 (Corrida 1)
18ª Goiânia/2022 (Corrida 2)
19ª Santa Cruz do Sul/2022 (Corrida 2)
20ª Tarumã/2023 (Corrida 2)

Clique aqui e veja a página de Rubens Barrichello na seção "Que Fim Levou?"


   

 

CLIQUE AQUI PARA ACESSAR A HOME DE AUTOMOBILISMO DO PORTAL TERCEIRO TEMPO 

CLIQUE AQUI PARA ACESSAR O CANAL DO BELLA MACCCHINA NO YOU TUBE

 

***************************************************************

Parabéns, Aimé Jacquet! Treinador da França na conquista da Copa de 1998 completa 84 anos

Treinador que comandou a França na primeira conquista do país em uma Copa do Mundo, Aimé Jacquet completa 84 anos nesta quinta-feira (27). Atualmente está aposentado.

Natural da pequena Couzan, cidade próxima a Lyon, na porção central da França, Jacquet foi um refinado volante que começou sua carreira pelo Saint-Étienne, onde atuou entre 1960 e 1973, para depois defender as cores do Lyon, até 1975, quando encerrou sua carreira para em seguida iniciar sua trajetória como treinador de futebol, pelo próprio Lyon.

Treinou apenas equipes francesas (Bordeaux, Montpellier e Nancy), para em 1993 assumir a Seleção da França, onde ficou até o término da campanha vitoriosa, em 1998, Mundial disputado na própria França. 

Depois da histórica conqusita na Copa de 1998, derrotando o Brasil na decisão, a França voltou a ser campeã em 2018, no Mundial disputado na Rússia, ocasião em que o time Bleu ganhou da Croácia na decisão, comandado por Didier Deschamps.

Depois da conquista comandando a França no Mundial de 1998, Jacquet tornou-se diretor técnico do futebol francês, cargo que ocupou até 2006. Neste mesmo ano ele foi convidado para assumir o cargo de treinador da Seleção do Japão, para ocupar o lugar de Zico, mas recusou.

 

***************************************************************

Achados & Perdidos: Ajax vencia o Grêmio há 30 anos e conquistava a Copa Intercontinental

O Grêmio buscava seu segundo título na Copa Intercontinental (havia vencido em 1981) em 28 de novembro de 1995, há 30 anos, mas o Ajax, da Holanda, impediu esta conquista, após vencer a equipe gaúcha por 4 a 3 nas penalidades (no tempo regulamentar aconteceu empate em 0 a 0). A partida foi realizada em Tóquio, no Estádio Nacional. 

Para chegar à decisão contra o Ajax, o Grêmio passou pelo Atlético Nacional (Colômbia). Venceu por 3 a 1 o jogo da ida no Estádio Olímpico com gols de Marulanda (contra), Jardel e Paulo Nunes. Ángel fez para a equipe colombiana.

Na volta, em Medellín, empate em 1 a 1. Aristizábal abriu o placar para o Atlético Nacional e Dinho (de pênalti) igualou o placar, resultado que sacramentou o título para a equipe gremista, então comandada por Luiz Felipe Scolari. 

ABAIXO, OS MELHORES MOMENTOS DE AJAX X GRÊMIO EM 28 DE NOVEMBRO DE 1995. NAS PENALIDADES, VITÓRIA DA EQUIPE HOLANDESA POR 4 A 3

 

 ***************************************************************

Achados & Perdidos: Milton Neves em evento da APAS de 2015 com o Divino Ademir da Guia

Foi em 4 de maio de 2015, no primeiro dos três dias da APAS (Associação Paulista de Supermercados), que o jornalista e publicitário Milton Neves esteve presente na Feira realizaa no Expo Center Norte, na capital paulista, evento que teve como tema "Produtividade - A Serviço do Consumidor".

Milton esteve presente no estande de uma das marcas que anunciava à época, a Bioleve, onde encontrou, além dos diretores da empresa de bebidas, os ex-jogadores Ademir da Guia e Wladimir, que marcaram época por Palmeiras e Corinthians, respectivamente.

"Estive em diversos evento da APAS, mas este de 2015 foi especial, pois o estande da Bioleve, marca que esteve presente comigo por tantos anos, contou com a presença de dois queridos do futebol, ex-jogadores que me emocionaram, o Divino Ademir da Guia, maior camisa 10 da história do Verdão, e o querido Wladimir, que estava (e está) igualzinho aos tempos em que vestia a camisa 4 do Timão, pela lateral-esquerda", lembrou Milton em recente entrevista ao Portal Terceiro Tempo.

 

 ***************************************************************

Saudade: Há seis anos morria Cilinho, técnico que marcou época no São Paulo

Um dos principais treinadores do futebol brasileiro da década de 1980, Cilinho, o Otacilio Pires de Camargo, nos deixava há exatamente seis anos, no dia 28 de novembro de 2019.

Então com 80 anos, ele residia em Campinas (SP) e tinha sua saúde debilitada após sofrer um AVC (Acidente VAscular Cerebral) em abril de 2018.

Pelo São Paulo, clube pelo qual mais se destacou, Cilinho conquistou dois títulos estaduais, em 1985 e 1987. 

Aliás, sob seu comando, o Tricolor viveu um momento de grande reformulação, com a saída de jogadores tarimbados como Waldir Peres, Zé Sérgio e Serginho Chulapa, que deram lugar a nomes que também marcaram época no Morumbi, como Silas e Muller, entre outros. Até mesmo Falcão, que chegou da Roma, precisou amargar algum tempo no banco de reservas, pois Cilinho apostou mais em Márcio Araújo até o craque que havia conquistado títulos pelo Inter (RS) e Roma conquistasse seu lugar.

Exceto pelo Mazembe (República Popular do Congo), equipe que comandou em 1970, e o Sport do Recife (em 1977), Cilinho treinou sempre equipes paulistas, entre elas, além do São Paulo, o Guarani, o Corinthians, o Santos, a Portuguesa, a Ponte Preta e o Rio Branco de Americana, entre outras, esta a última em que trabahou, entre 2011 e 2012.

HOMENAGEM

Em 06 de agosto de 2022 foi inaugurada a Arena Cilinho, em Campinas (SP), um espaço público localizado na Praça Amilton Motta, no bairro Bosque das Palmeiras. Clique aqui e veja como foi a cerimônia de inauguração em matéria do Portal Terceiro Tempo.

 

 

 ***************************************************************

Saudade: Há quatro anos morria Frank Williams, fundador de uma das principais equipes da Fórmula 1

Há exatamente quatro anos morria o britânico Franck Williams, fundador da equipe de Fórmula 1 que leva o seu nome, apesar desta ter sido vendida para o Grupo Dorilton Capital, dos Estados Unidos. Ele estava com 79 anos e morreu de causas naturais, após um longo período com sua saúde comprometida.

Sua filha, Claire Williams, estava à frente da equipe até esta ser repassada ao grupo norte-americano, que se comprometeu a manter o nome Williams na categoria, que hoje compete com os pilotos Alexander Albon e Carlos Sainz.

Nascido em 16 de abril de 1942, no Condado de Durham, na Inglaterra, Frank WilliamS foi piloto e mecânico, e em 1966 fundou sua equipe para competições de Fórmula 2 e Fórmula 3, para em 1977 iniciar sua trajetória na Fórmula 1, na condição de construtor.

Em 1978, partir do robusto patrocínio de um grupo árabe, passou a figurar como um dos mais importantes chefes de equipe, sediada em Grove, na Inglaterra. O compatriota Patrick Head foi seu sócio na empreitada de sucesso, com conquistas marcantes.

Foram nove títulos de construtores e sete de pilotos, incluindo um do brasileiro Nelson Piquet, em 1987. O primeiro título de pilotos aconteceu sete anos antes, em 1980, com o australiano Alan Jones, e o último foi em 1997, com o canadense Jacques Villeneuve.

Foi pela Williams que Ayrton Senna, ainda na Fórmula 3, fez seu primeiro teste a bordo de um carro de Fórmula 1, e também foi pelo time sediado em Grove que Senna disputou seu último GP, o de San Marino, em 1994, quando sofreu o acidente fatal na curva Tamburello.

A Williams, também foi a última equipe de outros quatro pilotos brasileiros: Antonio Pizzonia, Rubens Barrichello, Bruno Senna e Felipe Massa.

O britânico Nigel Mansell, campeão pela Williams em 1992, foi o maior vencedor pelo time, com 28 triunfos. 

ACIDENTE 

Desde março de 1986, após um grave acidente automobilístico na França, próximo ao circuito de Paul Ricard, Frank Williams teve todos os seus movimentos comprometidos, com tetraplegia.

 

 ***************************************************************

Achados & Perdidos: Os dois gols que Givanildo marcou jogando pelo Corinthians

Um dos bons volantes de sua geração, revelado pelo Santa Cruz, o pernambucano Givanildo José de Oliveira, atualmente com 77 anos, defendeu as cores do Sport Club Corinthians Paulista entre 1976 e 1977, tendo marcado dois gols com a camisa alvinegra.

Titular na histórica vitória corintiana diante do Fluminense na semifinal do Campeoanto Brasileiro de 1976, na chamada "Invasão Corintiana" no Maracanã, Givanildo não era mais jogador do Alvinegro na conquista do Paulistão de 1977, que marcou o fim do jejum de títulos do clube de Parque São Jorge. Em agosto daquele ano ele pediu sua liberação para retornar ao Santa Cruz, com saudades de seus familiares em Pernambuco. De qualquer forma, atuou em boa parte dos jogos da campanha alvinegra naquela temporada, incluindo sua participação em jogos da Libertadores, aliás, primeira vez que o Corinthians disputou o torneio.

OS ÚNICOS GOLS DE GIVANILDO PELO CORINTHIANS

Givanildo, hoje com 76 anos, depois de ter treinado diversas equipes, a última delas o América Mineiro, em 2019, marcou dois gols pelo Corinthians, e ambos foram muito bonitos.

O primeiro deles na vitória alvinegra sobre o Remo por 3 a 0, pelo Campeonato Brasileiro, em 30 de setembro de 1976. acertando um lindo chute de fora da área após receber passe de Romeu, da esquerda, abrindo o placar no Pacaembu. Neca e Geraldão fizeram os outros dois tentos do Alvinegro.

O segundo foi na goleada por 4 a 0 sobre o Deportivo Cuenca (Equador), pela Libertadores da América, jogo disputado 04 de maio de 1977, também no Pacaembu.

Vaguinho, jogando com a camisa 8, cruzou da direita e a zaga do time equatoriano afastou, mas Givanildo acertou um belo arremate de "sem pulo", da entrada da grande área. Na narração, inclusive, o saudoso locutor Orlando Duarte creditou o tento a Luciano, mas em seguida se corrigiu. Desta feita, o gol de Givanildo foi o último da partida. Vaguinho, Palhinha e Romeu havia feito os três primeiros.

ABAIXO, VÍDEO COM OS DOIS GOLS DE GIVANILDO PELO CORINTHIANS, O PRIMEIRO (CONTRA O REMO), COM NARRAÇÃO DE JOSÉ CARLOS CICARELLI, E O SEGUNDO, DIANTE DO TIME EQUATORIANO DO DEPORTIVO CUENCA, COM NARRAÇÃO DO SAUDOSO ORLANDO DUARTE, AMBOS PELA TV CULTURA-SP 

 

 ***************************************************************

Saudade: Joelmir Beting nos deixava há 13 anos

Em 29 de novembro de 2012, há exatos 13 anos, morria o jornalista Joelmir Beting, aos 75 anos, vítima de um AVC (Acidente Vascular Cerebral), em decorrência de uma doença autoimune.

Ele deixou a esposa, Lucila, e dois filhos: Gianfranco e Mauro Beting.

Mauro Beting, seu filho caçula, jornalista, anunciou ao vivo a morte de Joelmir, seu Babbo, como ele carinhosamente o chamava, durante o programa "Terceiro Tempo" da Rádio Bandeirantes, emissora pela qual ele trabalhava na ocasião.

Nascido em 21 de dezembro de 1936, em Tambaú (SP), Joelmir chegou em São Paulo para estudar sociologia e jornalismo orientado pelo padre Donizette.

Em 1957 começou a carreira jornalística nos jornais "O Esporte" e "Diário Popular". Tempos depois, trabalhou também na Jovem Pan.

Foi nesta fase da vida profissional que criou a expressão "Gol de Placa", após acompanhar uma partida entre Fluminense e Santos no dia 5 de março de 1961 no Maracanã pelo Torneio Rio-São Paulo. Faltando apenas quatro minutos para o término do confronto, Pelé dominou a bola no seu campo de defesa e, com uma arrancada linda, driblou seis adversários até tocar a bola levemente para a meta do time das Laranjeiras, fechando o placar em 3 a 1 para o Peixe. Repetindo o jargão do repórter "Esso", o então jovem jornalista, que naquela ocasião estava a serviço do jornal "O Esporte" chegou à redação e sugeriu aos seus chefes que fizessem uma placa de bronze para eternizar o feito. A placa, tempos depois, foi inaugurada no Maracanã.

Em televisão, Joelmir trabalhou na Globo e Bandeirantes, como comentarista de economia.

 

***************************************************************

 

 

 

 

Últimas do seu time