Jobson e Alison disputam uma vaga no meio-campo do Santos. Foto: Ivan Storti/Santos FC

Jobson e Alison disputam uma vaga no meio-campo do Santos. Foto: Ivan Storti/Santos FC

A saída de Jean Lucas dividiu opiniões no Santos. Enquanto parte da torcida ficou do lado do técnico Jorge Sampaoli, que se irritou com a venda e pediu reposição urgente, outros acharam um exagero e enxergam em Jobson a reposição ideal. Ainda assim, o elenco santista mostrou apenas quatro opções para o meio-campo na reapresentação de ontem, no CT Rei Pelé.

Sem o volante que foi negociado pelo Flamengo com o Lyon (FRA) e ainda sem Sánchez, que não se apresentou por problemas pessoais e é esperado para os treinos de hoje, o treinador argentino pôde contar apenas com Alison, Pituca, Jobson e Jean Mota para o setor.

Ainda com a volta de Sánchez e Cueva, que joga a Copa América pelo Peru, Sampaoli julga que precisa de mais opções para o setor. É bom lembrar que o uruguaio vem atuando mais pela ponta, apesar de ter pedido para voltar ao meio-campo, e Cueva também já foi utilizado pelo lado do campo tanto na seleção quanto no Peixe.

Questionado sobre a declaração de Sánchez, que disse que estaria atuando fora de posição, Sampaoli foi direto: "Jogou na mesma posição (como ponta, diante do Atlético-MG) e assim seguirá. A ideia é que todo mundo jogue em todas as posições. Quem não se adaptar não vai ter espaço na minha equipe".

Sem Jean Lucas, Alison e Jobson brigam pela posição, com o primeiro saindo à frente, já que Jobson ainda não estreou no profissional do Peixe. Alison, Pituca, Jean Mota e Sánchez atuaram juntos como titulares em 17 dos 35 jogos deste ano, com o uruguaio atuando mais adiantado. Nesse cenário, Jobson e Cueva seriam as únicas opções do argentino para o setor no banco de reservas.

A base resolve? E os encostados?

Caso não chegue algum reforço para o lugar de Jean Lucas, Sampaoli pode ter de recorrer à base ou aos jogadores encostados. Para o setor, o Peixe conta com o volante Guilherme Nunes, promovido no ano passado mas fora dos planos de Sampaoli, e com o meia Bryan Ruiz, também fora dos planos e que ainda ocuparia uma vaga de estrangeiro, o que faz com que seja ainda menos provável sua utilização.

Já nas categorias de base, o argentino gosta do futebol do volante Sandry, de 17 anos, mas o atleta está afastado pois não chegou a um acordo pela assinatura do primeiro contrato profissional. O meia Lucas Lourenço, que segue aparecendo no material de imprensa do elenco profissional, é outra possibilidade.

Quem pode ganhar espaço é o meia Anderson Ceará, que também foi promovido no ano passado, mas jogou apenas uma partida e acabou rompendo o ligamento cruzado do joelho. O jogador voltou a atuar na última semana no Campeonato Brasileiro de Aspirantes e a comissão técnica de Sampaoli está de olho no jogador.

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