Treinador do Brasil não quis adiantar a escalação da equipe que enfrentará os peruanos. Foto: Lucas Figueiredo/CBF

Treinador do Brasil não quis adiantar a escalação da equipe que enfrentará os peruanos. Foto: Lucas Figueiredo/CBF

O técnico Tite fez mistério e não revelou a equipe da seleção brasileira que iniciará a partida contra o Peru, nesta terça-feira (13), às 21h00, em Lima, pela segunda rodada das Eliminatórias Sul-Americana para a Copa de 2022. Em coletiva nesta segunda (12), Tite destacou que não quer dar armas ao técnico da seleção peruano, Ricardo Gareca, e festejou a marca de 50 jogos a frente da seleção brasileira.

“Nós temos uma série de atletas de alto nível, eu tenho uma equipe montada, mas não quero falar. Os atletas já sabem desde ontem. A base permanece, as ideias permanecem. Mas não quero municiar o Gareca. Você troca uma característica do atleta e já traz uma adversidade”, comentou Tite.

Comandante da seleção desde 2016, quando assumiu a equipe verde e amarela substituindo Dunga, Tite completa diante dos peruanos o 50º jogo a frente do Brasil. O treinador festejou a marca e destacou os benefícios de ser técnico de seleção.

“Ela (a seleção) me mostrou uma adaptação do técnico de clube e de seleção. Os benefícios de escolher os atletas de alto nível, os melhores do seu país, e ter a possibilidade de escolhê-los. De ter a comissão técnica do mais alto nível e tempo integral durante a semana para comunicação, acompanhamentos e evolução. De administrar o tempo porque você não está constantemente com os atletas, ela te retira um pouco do trabalho de campo e fica mais no campo dos estudos. E no momento que busca o dia a dia tem que ser muito pontual, preciso no treinamento e nas funções dos atletas. Em contrapartida, te tira o dia a dia, o cheiro do vestiário. Você falou em quatro anos e 50 jogos, isso no Brasil em clubes são sete meses talvez”, afirmou Tite que ainda destacou não estar pensando tanto assim na marca e sim no jogo em si.

“Não estou pensando muito nos 50 jogos, penso numa ideia de futebol e que a equipe jogue muito. Que tenha a consciência que tem que criar e fazer gol, ser dura e dificultar ao máximo o adversário, se possível não tomar gol e que traduza isso em vitórias. A forma também anímica, com que a equipe se traz ao longo desse tempo vai se moldando. Em três, quatro momentos teve as Eliminatórias, Copa do Mundo, amistosos, Copa América. E agora uma retomada. É um tempo muito grande, seis meses te faz um atleta evoluir”, declarou o treinador.

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