Sonhando em se aposentar no Palmeiras, Prass não teve seu contrato renovado em 2019. Foto: Cesar Greco

Sonhando em se aposentar no Palmeiras, Prass não teve seu contrato renovado em 2019. Foto: Cesar Greco

A saída do goleiro Fábio, do Cruzeiro, surpreendeu muita gente no futebol brasileiro e gerou muita discussão sobre a forma como o ídolo celeste deixou o clube. O que ocorreu com o ex-camisa 1 cruzeirense, porém, não é novidade no futebol brasileiro e mundial.

São muitos os casos de jogadores que foram “saídos” dos clubes onde foram ídolos, seja por questões técnicas ou até mesmo financeiras.

RELEMBRE SEIS JOGADORES QUE FORAM “SAÍDOS” DOS CLUBES ONDE ERAM ÍDOLOS

Ralf

Peça fundamental num período de ouro do Corinthians, campeão brasileiro, da Libertadores e Mundial com o clube, Ralf deixou o Timão em fevereiro de 2020, após ser dispensado pelo técnico Tiago Nunes. A saída aconteceu contra a vontade da torcida e do jogador, que se viu obrigado a buscar um novo clube.

 

Jadson

Na mesma época em que Ralf foi “saído” do Timão, outro ídolo da torcida alvinegra passou pelo mesmo: Jadson também foi dispensado pelo técnico Tiago Nunes no início de 2020 e deixou o clube contra a sua vontade.

 

Rivellino

Para fechar os episódios de jogadores que saíram do Corinthians contra a sua vontade, Rivellino virou bode expiatória dos fracassos corintianos nos anos 70 e foi escorraçado do clube em 74, após perda do Campeonato Paulista para o Palmeiras. O Reizinho do Parque foi, então, brilhar no Fluminense.

 

Fernando Prass

Um dos principais ídolos da história recente do Palmeiras, Fernando Prass deixou o clube alviverde no fim de 2019 contra a sua vontade. Por opção do Verdão, o goleiro, que sonhava se aposentar vestindo a camisa verde, não teve contrato e acabou encerrando sua carreira no Ceará.

 

Totti

Em 2017, Francesco Totti se viu “obrigado” a deixar o clube onde virou lenda. O ex-camisa 10 foi comunicado que não teria contrato renovado com a Roma e, por não se ver vestindo outro uniforme, anunciou sua aposentadoria.

 

Léo Moura

A história dos nomes anteriores se repetiu no Flamengo em 2015, quando Léo Moura, então capitão rubro-negro, se transferiu para um time dos Estados Unidos, dizendo ter sido “minado” no clube carioca.

 

 

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