Duas semanas antes de morrer, em Campinas. Foto: José Edvaldo Tietz

Duas semanas antes de morrer, em Campinas. Foto: José Edvaldo Tietz

Ele foi o que podemos considerar um ponta-esquerda "raiz", e treinador de futebol com uma longeva carreira.

O saudoso Nicanor de Carvalho completaria 78 anos nesta segunda-feira (9). Infelizmente ele nos deixou de forma inesperada em 28 de novembro de 2018, após sofrer três paradas cardíacas, aos 71 anos de idade. Ele deixou esposa, quatro filhas e dois netos.

Paulista de Leme, onde nasceu em 9 de fevereiro de 1947, sua carreira como atleta teve predominância no interior paulista, a partir da Inter de Limeira, com passagens por XV de Piracicaba, Ponte Preta e Ferroviária. Mas também atuou por um dos grandes da capital paulista, o São Paulo, e ainda jogou por Remo (PA), para encerrar sua carreira nos gramados nos Estados Unidos, pelo Miami Toros em 1975.

Formado em Educação Física pela Universidade Federal de São Carlos, treinou diversos clubes brasileiros, entre eles a Inter de Limeira, a Ponte Preta, o Coritiba, o Santos e o Guarani, mas estabeleceu-se com afinco no futebol japonês, onde obteve suas maiores conquistas nesta função, com os títulos da Japan Soccer League comandando o Fujita F.C em 1991 e da Copa do Imperador pelo Bellmare Hiratsuka, em 1995.

No dia 14 de novembro de 2018, portanto duas semanas antes de morrer, Nicanor recebeu em sua casa, em Campinas, o jornalista Edvaldo Tietz. Confira abaixo o que Nicanor falou em sua última entrevista

Da esquerda para a direita, em pé: Sergio Bergantin, Mariani, Padua, Muri, Ticão, e Zé Carlos.   Agachados: Luizinho Lemos, Zé Luiz, Nicanor de Carvalho, Bebeto de Oliveira, Vagner Martins e o massagista Rolinha. Foto arquivo pessoal de Durval Padovez

Da esquerda para a direita, em pé: Sergio Bergantin, Mariani, Padua, Muri, Ticão, e Zé Carlos. Agachados: Luizinho Lemos, Zé Luiz, Nicanor de Carvalho, Bebeto de Oliveira, Vagner Martins e o massagista Rolinha. Foto arquivo pessoal de Durval Padovez "Padua"


Esta foto é raríssima. A Inter de Limeira em 1966. Em pé: Tatão, Aparecido, Biguá, Zé Roberto, Mário e Roni. Agachados: Careca, Joaquinzinho, Dedé, Nicanor de Carvalho e Guri. Foto enviada por Walter Roberto Peres e publicada no site

Esta foto é raríssima. A Inter de Limeira em 1966. Em pé: Tatão, Aparecido, Biguá, Zé Roberto, Mário e Roni. Agachados: Careca, Joaquinzinho, Dedé, Nicanor de Carvalho e Guri. Foto enviada por Walter Roberto Peres e publicada no site "Diário Web"


 


 


 


 


 


 


 


 


Da esquerda para a direita, em pé: Roberto Dias, Cláudio Deodato, Tenente, Nenê

Da esquerda para a direita, em pé: Roberto Dias, Cláudio Deodato, Tenente, Nenê "Peito de Pombo", Édson Cegonha e Picasso. Agachados: Osvaldo Sarti, Nicanor, Gérson, Toninho Guerreiro, Terto e Paraná


Em 1968 e em 14 de novembro de 2018

Em 1968 e em 14 de novembro de 2018


O grande Nicanor de Carvalho, em sua casa, em Campinas, no dia 14 de novembro de 2018. Foto: Edvaldo Tietz

O grande Nicanor de Carvalho, em sua casa, em Campinas, no dia 14 de novembro de 2018. Foto: Edvaldo Tietz


Nicanor de Carvalho e Edvaldo Tietz, no dia 14 de novembro de 2018

Nicanor de Carvalho e Edvaldo Tietz, no dia 14 de novembro de 2018


Lance, ainda recuperando-se de grave acidente, ficou muito feliz com a visita dos amigos Bebeto de Oliveira, Nicanor de Carvalho, Maritaca e Paulo Roberto Brito no Hospital e Maternidade Unimed de São João da Boa Vista, em 31 e julho de 2014. Foto: arquivo pessoal de Rafaela Lance, filha de Lance

Lance, ainda recuperando-se de grave acidente, ficou muito feliz com a visita dos amigos Bebeto de Oliveira, Nicanor de Carvalho, Maritaca e Paulo Roberto Brito no Hospital e Maternidade Unimed de São João da Boa Vista, em 31 e julho de 2014. Foto: arquivo pessoal de Rafaela Lance, filha de Lance

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