Antoninho foi vítima de Covid-19

Antoninho foi vítima de Covid-19

Antoninho, marcante centroavante da dupla Come-Fogo, morreu na manhã desta quinta-feira (3), em Ribeirão Preto-SP, vítima de Covid-19. Ele era pai de Régis Angeli, ex-volante da Ponte Preta que neste ano chegou a trabalhar como técnico do Comercial.

Durante seu tempo como jogador, Antoninho atingiu um recorde impressionante: deu a saída de bola 12 vezes durante o célebre Santos 11 x 0 Botafogo, em 1964, pelo Paulistão, na Vila Belmiro. Tal número não deverá ser ultrapassado jamais, pois hoje é praticamente impossível um time fazer 11 gols em seu adversário e o mesmo jogador dar a saída de bola todas as vezes (à época não existiam substituições e a função de dar o pontapé inicial era sempre do camisa 9).

Antoninho jogou também nos aspirantes do Palmeiras, no futebol italiano e foi um dos melhores artilheiros do interior paulista, ao lado de Toninho Guerreiro, do Noroeste de Bauru, de Paulo Bim, do Comercial, de Paulo Leão, do Guarani, e de Buzzone, do Clube Atlético Juventus.

Antoninho, ex-Botafogo de Ribeirão Preto. Foto enviada por Roberto Saponari

Em Ação! - Antoninho (à direita) e Sicupira (à esquerda), ambos do Botafogo de Ribeirão, vão para cima do goleiro Chicão, ex-Palmeiras. O árbitro ao fundo era Albino Zanferrari.

 

Este Botafogo de Ribeirão Preto (SP) foi vice-campeão da Segunda Divisão estadual de 1955. Em pé: Digão, Tarciso, Tiri, Guina, Antonio Julião e Machado. Agachados: Laerte, Silva, Antoninho, Henrique e Géo.

 

Pantera, anos 60 - Botafogo de Ribeirão Preto (SP) nos anos 60. Em pé: Tarciso, Antonio Julião, Gil, Tiri, Benedito Julião e Machado. Agachados: Zuíno, Laerte, Antoninho, Henrique e Geo

 

Bafo, 1967 - Veja e delegação do Botafogo de Ribeirão Preto (SP) que foi para Aparecida do Norte e venceu o time da cidade pelo placar mínimo. Em pé, da direita para a esquerda: o técnico Valdemar Carabina (ex-zagueiro do Palmeiras), o diretor Arlindo de Oliveira Valada, o roupeiro Armando Pessoa, Antoninho, Zé Roberto, Waldemar, Carmos, Tomires, Taquito, Luiz Celso, Pascoalim, Luizão e Luiz. Agachados: Juvenal, Píter, Romeu, Wilson Botão, Niltinho, Jesuíno, Renato, Pepe e Gerônimo.

 

Pantera, 1966 - Em pé: Baldocchi, Toninho, Zé Carlos, Mário, Ferreirinha e Ditinho. Agachados: Quarentinha, Paulo Leão, Antoninho, Márcio e Jairzinho.

 

Pantera, 1963 - Em pé: Hélio II, Hélio Vieira, Ditinho, Veríssimo, Egídio e Machado. Agachados: Zuíno, Alex, Antoninho, Adalberto e Rezende

 

Neste Botafogo de Ribeirão Preto de 1964, estão em pé: Veríssimo, Expedito e Ditinho, Berguinho, Carlucci e Maciel. Agachados: Zuíno, Alex, Antoninho, Adalberto e Gaze

Aspirantes do Palmeiras no final da década de 50. Em pé, o primeiro da esquerda para a direita é o goleiro Walter. Agachados, o primeiro é Ari, o segundo é Antoninho, o quarto é Júlio Português e Waldir aparece em quinto. Foto enviada pela família de Júlio Português


Time juvenil do Palmeiras no final dos anos 50. Em pé, da esquerda para a direita, o primeiro é o goleiro Walter, o quarto é Ivan Palmeira e Gil aparece em quinto. Agachados, o primeiro é Ari, o segundo é Antoninho, Júlio Português é o quarto e Hélio Burini o quinto. Foto enviada pela família de Júlio Português


Foto: reprodução do livro: Botafogo - Uma História de Amor e Glórias - do autor Igor Ramos.

 

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