O Portal Terceiro Tempo preparou um especial para a Copa do Mundo 2014, com entrevistas, vídeos, culinária e outros quesitos, que só o TT pode unir para para você

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Especial Copa do Mundo: Diogo Miloni, Ednilson Valia, Marcos Júnior, Kaique Lopreto, Kennedy Andrés, Roberto Gozzi, Thiago Tufano, Túlio Nassif e Silvio Luis

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Desde 1966, de quatro em quatro anos, a Inglaterra vive de expectativas e frustrações. Após vencer a Copa do Mundo em seu próprio solo, os criadores do futebol pareciam embalar para o rol dos maiores vencedores da competição. Mas a sequência histórica provou que o título polêmico dos ingleses era um ponto fora da curva.

Em dezenove edições da Copa, os Three Lions ficaram de fora em seis oportunidades - 1930, 1934, 1938, 1974, 1878 e 1994 - porém, em todas as vezes que estiveram presentes passaram da fase de grupos. Curiosamente, na última ediçao, na Copa da África do Sul, os ingleses provaram do próprio veneno. Se em 1966, um  gol polêmico diante da Alemanha, onde a bola não entrou, deu o taça aos donos da casa,  em 2010, o duelo europeu se repetiu nas oitavas de final, e o gol legal de Lampard não foi assinalado e ajudou os germânicos a vencerem e eliminarem os rivais.

Agora, o time bretão chega ao Brasil sem tanta expectativa por parte da torcida. Apesar de bons resultados, o renovado grupo de Roy Hodgson não leva o carimbo de favorito e no equilibrado grupo D, corre por fora para conseguir uma das vagas para a segunda fase. Na lista de vinte e três convocados, são dezoito estreantes e os já experientes Joe Hart, Frank Lampard, Steven Gerrard, James Milner, Glen Johnson e Wayne Rooney, principal nome e quem mais carrega a esperança remota dos ingleses.

A quarta chave do Mundial é considerada por alguns especialistas como a mais equilibrada, contando com Inglaterra, Itália, Uruguai e Costa Rica - três campeões do mundo e uma equipe tecnicamente fraca, mas que pode dar trabalho para os grandes. E a tabela inglesa tem a sequência mais complicada: o duelo inicial é diante da Itália, em Manaus, no dia 14 de junho; seguido pelo clássico contra o Uruguai, em São Paulo, dia 19 de junho; e a terceira rodada é a vez da Costa Rica, em Belo Horizonte, no dia 24 de junho, na partida que pode definir primeiro, segundo e terceiro lugares.

Natural de Croydon, cidade da região metropolitana de Londres, Roy Hodgson foi um zagueiro bem abaixo da média, que atuou em equipes de pouca expressão no futebol local. Em 1976, pendurou as chuteiras e decidiu apostar na carreira de técnico, debutando na função no Halmstads, da Suécia. Em 1994, comandou a Suíça na Copa do Mundo dos Estados Unidos, levando os europeus à segunda fase, mas caindo nas oitavas de final. Seu primeiro grande desafio em clubes apareceu na sequência, em 1995, quando aceitou o convite da Inter de Milão, permanecendo duas temporadas na equipe italiana. Treinou também a Udinese e, em 2002, assumiu a seleção dos Emirados Árabes.

Entre 2007 e 2010, foi treinador do Fulham e os bons resultados lhe renderam a oportunidade de comandar o Liverpool. Mas o desempenho nos Reds foi bem abaixo das expectativas e sua permanência na cidade dos Beatles durou apenas seis meses. Em 2012, substituiu o italiano Fábio Capello à frente dos Three Lions e começou a preparar a equipe para a disputa das Eliminatórias Europeias.

A campanha para classificar-se para o Brasil foi invicta, com seis vitórias e quatro empates, batendo adversários de nível mediano, como Ucrânia e Polônia. O artilheiro da seleção foi Wayne Rooney, craque do Manchester United, com sete tentos.

O esquema de jogo de Hodgson gira em torno do atacante dos Red Devils. Com Hart no gol; Johnson, Jagielka, Cahill e Baines, na zaga; Henderson, Gerrard e Wilshere, no meio-campo; e o trio de ataque com Sturridge, Sterling e Rooney. Em um 4-3-3 bem ofensivo, contrariando a tradição de bolas alçadas na área e maior número de volantes no setor de criação. A única dúvida é a presença do jovem Sterling, do Liverpool, que pode perder lugar para James Milner ou Danny Welbeck.

CURIOSIDADES

- A Inglaterra nunca venceu o Brasil em Copas do Mundo, foram três derrotas e um empate. Os quatro jogos foram em campanhas vitoriosas da seleção brasileira, 1958, 1962, 1970 e 2002.

- Dos 23 jogadores convocados, apenas o jogador Fraser Foster joga fora da Inglaterra, o goleiro atua no Celtic, da Escócia.

- Apesar de ser atual campeão inglês, o Manchester City só tem dois representantes  na seleção: Hart e Milner.

- O veloz atacante do Liverpool, Raheen Sterling, de 19 anos, é o único entre os convocados que não nasceu na Inglaterra. Natural da Jamaica, o jogador dos Reds nasceu na capital Kingston.

0 - Baixas importantes - Os jovens valores Walcott e Jay Rodriguez estão fora da Copa por conta de lesões.

1 - Criação envelhecida  - Lampard, 35  anos, Gerrard, 34 anos. são os principais homens de meio-campo do time e já não têm o mesmo fôlego.

2 - Inexperiência - A descrença da torcida inglesa se deve pela baixa média de idade do grupo, que pode não aguentar a pressão em jogos importantes, como contra Uruguai e Itália.

3  - Rio Ferdinand- Mesmo não sendo considerado um zagueiro excelente, o ex-jogador do United era um líder técnico e sua ausência ainda é sentida, diante das falhas de Cahill e Jagielka.

4 - Grupo da Morte - Iniciar a Copa logo contra Itália e Uruguai não é um dos sonhos ingleses. Dois jogos muito complicados que podem eliminar os Three Lions antes da hora.

 5 - Roy Hodgson - Apesar de levar a Inglaterra para a Copa, o treinador só conseguiu bons resultados antes de assumir o Liverpool. Desde que comandou os Reds recebeu criticas e perdeu moral com a torcida.

6 - Entrosamento do Liverpool - Em grande campanha na temporada, os Reds cederam cinco jogadores ao time principal da Inglaterra: Johnson, Gerrard, Henderson, Sterling e Sturridge

7 - Esquema ofensivo - Jogando no 4-3-3, os ingleses fizeram campanha invicta nas Eliminatórias e abandonaram o pragmatismo de seleções anteriores.

8 - Pouca pressão - O fator positivo da descrença popular é que abaixa o nível das cobranças sobre o time.

9 - Velocidade e contra-ataque - Talvez o time sofra um pouco para se defender, mas a velocidade de Rooney, Sterling e Sturridge é o ponto alto desta equipe.

10 - Wayne Rooney - O craque do Manchester United chega 100% fisicamente para o Mundial no Brasil e parece mais maduro do que nunca para assumir a função de líder deste time.

Quando o assunto é camisa, a Inglaterra sempre manteve suas origens. Nada de inventar moda! Sempre tudo muito simples, claro e direto. O branco reina absoluto no manto dos ingleses, esta, primeira cor idealizada para representar a equipe. E a Seleção Inglesa é uma das poucas que mantém até os dias de hoje em seu uniforme, características clássicas e enraizadas desde o século XIX.

Todavia, a década de 70 ficou marcada por uma quebra de tradição. Os ingleses chegaram a vestir azul-celeste contra a Tchecoslováquia na Copa de 1970, no México, cor que também foi utilizada, parcialmente, na Copa de 1986. Em amistosos contra a Polônia e Itália e jogo de Eliminatórias da Copa contra a Tchecoslováquia, o English Team vestiu uma combinação um tanto quanto inusitada a lá Seleção Brasileira. E curiosamente nos 90, o cinza apareceu durante a disputa da Eurocopa de 1996, na própria Inglaterra, mas a opacidade do uniforme não satisfez o público e o branco e voltou a predominar.

Respeitando todo o tradicionalismo inglês, a fornecedora esportiva americana, Nike, não inovou na camisa da Seleção Inglesa. O branco prevalece sobre a textura de linhas verticais em todo o manto. Além disso, os detalhes do escudo e do logotipo da marca são em um tom azul-claro, o que dá realce ao uniforme.

Bobby Moore -  Capitão em 1966, é um dos grandes ídolos do futebol inglês. Zagueiro tão reconhecido por sua qualidade, que tem uma estátua com seu famoso gesto de levantar a taça na fachada do estádio de Wembley, em Londres.

Clique aqui e veja a página de Bobby Moore

 Jovem lateral da Inglaterra já está na mira de um gigante clube do país.

 Segundo o jornal inglês “The Guardian”, Luke Shaw, a promessa do Southampton, deve acertar com o Manchester United. Mesmo com 18 anos, o lateral-esquerdo seria vendido pelo valor de 30 milhões de libras aos Diabos Vermelhos.

 Shaw foi uma das revelações do Campeonato Inglês e está na lista de convocados para a Copa do Mundo de 2014. O jovem receberia um salário alto de 100 mil libras por semana no United. Porém, Chelsea e Manchester City também estão interessados no lateral. 

Os ingleses renovaram o elenco para o Mundial 2014, mas os titulares são veteranos, como Gerrard, Lampard e Wayne Rooney. O treinador Roy Hodgson lamentou muito ter caído no grupo D, considerado o da morte, com Uruguai e Itália e não poupou palavras por ter que jogar no calor de Manaus. Deve disputar com os uruguaios, uma vaga, na próxima fase do Mundial de 2014. 

 

O repórter Kaique Lopreto entrevistou Juninho Paulista, comentarista da BBC, na Copa do Mundo de 2014, grande ídolo do futebol inglês. 

Clique aqui e veja a página de Juninho Paulista na seção "Que Fim Levou?"

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