Edinho, Carlos Alberto Pintinho, Doval e Rivellino estão entre eles

Edinho, Carlos Alberto Pintinho, Doval e Rivellino estão entre eles

Desta vez, uma homenagem mais do que especial a um dos melhores times do futebol brasileiro em todos os tempos, o Fluminense do biênio 1975-1976, que ganhou o apelido de "Máquina Tricolor".

Embora tenha sido uma equipe de ótima qualidade, tanto na temporada de 1975 quanto na de 1976, a "Máquina Tricolor" não conseguiu sequer chegar às decisões dos Brasileiros daqueles anos. Em 1975, o Flu foi eliminado pelo Internacional na semifinal, e em 1976 foi o Corinthians que barrou o time das Laranjeiras, também na semifinal. O Internacional, aliás, conquistou os títulos daqueles dois Campeonatos Brasileiros, consecutivamente, em 1975 e 1976, comandado por Rubens Minelli.

Ainda assim, o Flu daquele biênio não passou em branco em termos de títulos, conquistando o bicampeonato carioca (1975/76), comandado por Didi na primeira conquista e por Mário Travaglini na segunda.

Edinho, um dos melhores quarto-zagueiros de sua geração, revelado pelas categorias de base do Fluminense, hoje com 70 anos,  notalibizou-se pela habilidade e vigor físico, características que fizeram dele um defensor com muitos gols marcados, diversos deles em cobranças de falta. Pelo Flu, foram 45 tentos marcados nas duas passagens que teve pelas Laranjeiras, entre 1975 e 1982 e no período compreendido entre 1988 e 1989.

Meia diferenciado, clássico camisa 8 das décadas de 1970 e 1980, o carioca Carlos Alberto Pintinho está com 71 anos, residindo na Espanha. Ele começou ainda garoto jogando futebol de salão pelo América (RJ), mas ainda como amador passou aos gramados, já pelo Fluminense, clube pelo qual se profissionalizou, em 1972.

Ele permaneceu nas Laranjeiras até 1979, período em que conquistou três títulos do Campeonato Carioca, em 1973, 1975 e 1976, sendo uma das "molas propulsoras" da chamada "Máquina Tricolor".

O saudoso centroavante argentino Doval (1944-1991) chegou ao Fluminense vindo do maior rival, o Flamengo, no ano de 1976, permanecendo no clube até 1978, formando uma linha de ataque brilhante, ao lado de Gil (ponta-direita) e Dirceu Guimarães (ponta-esquerda). 

Roberto Rivellino conseguiu um feito raro para jogadores de futebol, tendo sido ídolo por dois clubes gigantes: Corinthians e Fluminense. No Alvinegro, Roberto Rivellino, hoje com 80 anos, residindo em Vinhedo, interior paulista, sofreu com equipes fracas, e deixou o Parque São Jorge de forma turbulenta, injustamente criticado por conta de sua atuação na decisão do Campeonato Paulista de 1974, em que o Palmeiras derrotou o Corinthians por 1 a 0, gol de Ronaldo Drummond.

Mas ele deu a volta por cima em 1975, logo que chegou ao Fluminense, contratado pelo então presidente Francisco Horta. Tendo companheiros de altíssimo nível, Rivellino pôde colocar em prática toda sua habilidade, que resultou em diversos títulos, entre eles o bicampeonato carioca (1975/76) e o Troféu Teresa Herrera, em 1976, na Espanha.

Trazendo estes inesquecíveis esportistas em imagens de momentos distintos, procuramos manter viva a memória do esporte.

VEJA, NO VÍDEO ABAIXO, COM SELEÇÃO DE MARCOS MICHELETTI E EDIÇÃO DE KENNEDY ANDRÉS, DO PORTAL TERCEIRO TEMPO 

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