Nesta semana buscamos em nosso quase infindável acervo da seção "Que Fim Levou?" imagens de "Antes & Depois" uma das mais brilhantes e memoráveis formações do Santos Futebol Clube.
A equipe comandada por Pelé, tinha talentos de raro talento, como Coutinho, Pepe e Gylmar dos Santos Neves, entre outros.
Aliás, estes 11 santistas são os sempre lembrados por Milton Neves, a escalação que ele tem "na ponta da língua".
Pelé (1940-2022) dispensa comentários, obviamente. Mas não custa lembrar que o Rei do Futebol tornou a camisa 10 a mais cobiçada do futebol mundial, aquela que passou a ser associada ao principal craque do time em qualquer ponto do planeta.
Pelo Santos ele conquistou 24 títulos, sendo dois da Libertadores (1962 e 1963) e nos mesmos anos dois Intercontinentais. Em sua carreira pelo clube da Vila Belmiro, marcou 1096 gols, entre 1956 e 1974.
Coutinho (1943-2019) foi o principal parceiro de Pelé no ataque santista. O piracicabano Antônio Wilson Vieira Tenório chegou ao Peixe dois anos depois de Pelé (em 1958), e deixou o clube quatro anos antes (em 1970), mas também colecionou muitos títulos. Tinha um domínio de bola parecido com o de Pelé, e em razão da semelhança física, muitas vezes os dois eram confundidos pelos narradores.
Pepe é o segundo maior artilheiro da história do Santos Futebol Clube, com 403 gols marcados. O José Macia, hoje com 90 anos, nasceu lá mesmo em Santos, e defendeu apenas o clube da Vila Belmiro em sua trajetória brilhante como ponta-esquerda, entre 1954 e 1969. Também teve uma vitoriosa e longeva trajetória como treinador de futebol, incluindo diversas passagens pelo próprio Santos (onde foi campeão paulista em 1973) e um marcante pela Internacional de Limeira, comandando a equipe do interior paulista no marcante título do Paulistão de 1986, ocasião em que derrotou o Palmeiras.
Gylmar dos Santos Neves (1930-2013) brilhou antes no rival Corinthians (onde atuou entre 1951 e 1961), para depois ser considerado por muitos o melhor goleiro da história do Santos Futebol Clube, defendendo a meta peixeira entre 1962 e 1969. A exemplo dos outros três citados acima, Gylmar também esteve presente nas duas conquistas de Libertadores e do Interclubes, em 1962 e 1963.
Trazendo estes inesquecíveis jogadores em imagens de momentos distintos, procuramos manter viva a memória do esporte.
VEJA, NO VÍDEO ABAIXO, COM SELEÇÃO DE MARCOS MICHELETTI E EDIÇÃO DE KENNEDY ANDRÉS, DO PORTAL TERCEIRO TEMPO
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