Trazemos nesta semana para nossa animação em vídeo, imagens de "Antes & Depois" de pontas que fizeram muito sucesso no futebol carioca, alguns, inclusive, jogando por mais de um clube do Rio de Janeiro.
É verdade que a figura do ponta autêntico, aquele que até "gastava" a grama nas beiradas do campo, perdeu força, mas de certa forma, nos últimos anos voltou a ganhar força. Ainda bem!
Mané Garrincha (1933-1983), um dos melhores jogadores de todos os tempos, fez da ponta-direita sua vida. O camisa 7 do Botafogo encantou torcedores do clube da Estrela Solitária entre 1953 e 1965, e também dos adversários, que não podiam deixar de admirar sua habilidade, com dribles desconcertantes. E, e na Seleção Brasileira, conquistou duas Copas do Mundo: em 1958 e 1962.
Irreverente, Júlio César Uri Geller, hoje com 70 anos, brilhou pela ponta-esquerda do Flamengo entre 1975 e 1981, onde conquistou, entre outros, dois títulos do Campeonato Carioca (1978 e 1979) e um Brasileiro (1981). O apelido faz referência ao ilusionista Uri Geller, britânico que esteve no Brasil em meados da década de 1970, sendo atração dos principais programas televisivos com truques bem feitos, como entortar talheres e fazer relógios supostamente defeituosos voltaraem a funcionar.
Gil, o "Búfalo Gil", como foiapelidado, devido à força bruta que tinha em suas arrancadas pela ponta-direita, primeiro pelo Fluminense e depois pelo Botafogo, Hoje com 75 anos, o mineiro Gilberto Alves, o Gil, começou pelo Cruzeiro, mas tornou-se nacionalmente conhecido ao chegar ao Rio de Janeiro em 1973, para defender o Fluminense. Entre 1975 e 1976 aproveitou muito bem a companhia de Roberto Rivellino no clube das Laranjeiras. O ex-Reizinho do Parque costumava lançar o ponta-direita com precisão cirúrgica no chamado "ponto futuro", e com velocidade impressionante, Gil normalmente chegava na bola e servia seus companheiros em cruzamentos que muitas vezes resultavam em gols.
Mauricinho, que está com 62 anos, começou sua carreira pelo Comercial, clube de sua cidade natal, Ribeirão Preto. Mas acabou despontando de fato no Vasco da Gama, seu segundo clube profissional, onde atuou entre 1984 e 1988 em sua primeira passagem, onde teve o privilégio de atuar ao lado do saudoso Roberto Dinamite (1954-2023). Habilidoso e rápido pela ponta-direita, Mauricinho viveu bons momentos no Cruzmaltino, incluindo suas duas outras passagens (1991 e entre 1997 e 1999), com títulos importantes, como o Brasileiro de 1997 e a Libertadores de 1998.
Trazendo estes inesquecíveis esportistas em imagens de momentos distintos, procuramos manter viva a memória do esporte.
VEJA, NO VÍDEO ABAIXO, COM SELEÇÃO DE MARCOS MICHELETTI E EDIÇÃO DE KENNEDY ANDRÉS, DO PORTAL TERCEIRO TEMPO
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