Fim de jogo na Vila Belmiro: Santos 2, Vasco, 1. Dois gols de Neymar. O primeiro, no seu melhor estilo. Recebe a bola na esquerda, olha para o gol e, antes de o zagueiro chegar, dá um tapa no contrapé do goleiro vascaíno.
A bola passa entre as pernas do zagueiro do time carioca, antes de morrer nas redes cruz maltinas.
No segundo, esperou que dois zagueiros do Vasco batessem cabeça, ficou sozinho com a bola, correu olhando a saída do goleiro do time carioca e deu uma cavadinha para fazer 2 a 1, já que o Vasco havia empatado a partida.
Claro, Neymar, para não perder o hábito, andou batendo boca com os jogadores do Vasco, principalmente com Thiago Mendes, seu velho conhecido do futebol europeu.
Foi o mesmo Thiago Mendes, quando atuava no Lyon, que deu uma pancada maldosa em Neymar, quando este atuava no PSG.
A entrada mandou Neymar para o Departamento Médico.
Natural que Neymar e o seu algoz discutissem durante a partida.
Normal.
Não para a colunista Alicia Klein, do Uol.
Ela praticamente ignorou a boa partida, os dois gols e consequente brilho de Neymar e focou no desentendimento entre ele e Thiago Mendes.
Desnecessário.
Em minhas colunas e no meu canal no youtube (canaldowladimirmiranda) eu também critico o Neymar.
Sim, quando ele merece críticas.
Contra o Vasco, não.
Neymar foi participativo, ajudou na marcação, deu bons passes e marcou dois golaços.
Portanto, se o gol é a alma do futebol, Neymar merecer ser elogiado.
Pois não?
Outro colunista do Uol, o JK, fez o que sempre faz. Desceu a ripa do Neymar e no Santos, para não perder o hábito.
Ele mesmo que em um de seus comentários já chamou o Santos de “Ninguém”.
A bronca do JK remonta a década de 1960, quando o time todo de branco castigava o seu Corinthians que, aliás, era chamado de faz me rir.
Termino este texto com a sensação de que perdi o meu tempo.
Afinal, os dois, ela e e ele, fazem tudo o que podem por alguns cliques a mais.
Para garantir o emprego.
Claro.
Pouco ou nada importa o que escrevem.