Em 93, Zetti foi decisivo na conquista do bicampeonato do São Paulo

Em 93, Zetti foi decisivo na conquista do bicampeonato do São Paulo

O próximo sábado (27) marcará mais um dia histórico no futebol Sul-Americano. Palmeiras e Flamengo entrarão no gramado do Estádio Centenário, em Montevidéu, no Uruguai, para decidir a Libertadores da América 2022.

Com dois elencos caros, as equipes começam por dois grandes goleiros, que, como em toda decisão, entrarão em campo como candidatos a heróis da decisão: Weverton e Diego Costa estarão nas metas alviverdes e rubro-negras, e tentarão repetir o feito de outros grandes arqueiros, que fizeram história em finais de Libertadores.

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Chilavert

Um ano após Zetti brilhar, o São Paulo voltou a decidir a Libertadores do Morumbi, e mais uma vez contra um time argentino. Na final de 94, quando o Tricolor recebeu o Vélez Sarsfield, quem brilhou foi o goleiro rival. Histórico goleiro paraguaio, Carlos Chilavert foi a estrela das penalidades defendendo a cobrança de Palhinha e depois batendo e convertendo uma cobrança contra Zetti. O Vélez saiu campeão do Morumbi, impedindo o tri do São Paulo.

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 Henao 

Folclórico goleiro colombiano, Henao ficou marcado pelo título do Once Caldas em 2004. Mais conhecido pela catimba e pelo estilo irreverente, o arqueiro viveu seu ápice na campanha que eliminou santos, São Paulo e que bateu o Boca Juniors na grande final. Decidindo o título em casa, o Once Caldas levou a disputa para os pênaltis, quando Henao brilhou e defendeu a cobrança derradeira dos argentinos, garantindo o título que é uma das maiores zebras do continente em todos os tempos.

 

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Zetti

Bicampeão da Libertadores com o São Paulo, Zetti foi o nome do título na segunda conquista, em 1993. O goleiro tricolor brilhou na decisão contra o Newells Old Boys, quando defendeu a última cobrança do time argentina na decisão por pênaltis, e garantiu a segunda taça continental ao time do Morumbi.

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Córdoba

Em 2000, a Libertadores poderia "ser" de Marcos, que havia brilhado nas semifinais contra o Corinthians, defendendo cobrança de Marcelinho, mas quem fez história na final foi o colombiano Córdoba, goleiro do Boca Juniors. Após empate em 0 a 0 diante do Palmeiras, num Morumbi lotado, Córdoba defendeu as cobranças de Asprilla e Roque Junior, e garantiu o título ao clube argentino.

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Victor

Fala do título do Atlético-MG na Libertadores de 2003 sem citar Victor é um equívoco sem tamanho. O goleiro brilhou em toda a competição, defendendo pênalti no último minuto contra Tijuana, e sendo decisivo nas penalidades contra Newells e Olímpia. Victor foi talvez o jogador mais decisivo do Galo, não só na final, mas em toda a campanha atleticana no seu primeiro título de Libertadores.

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