Anderson Ponciano atua pelo United IK. Divulgação/MF Press Global

Anderson Ponciano atua pelo United IK. Divulgação/MF Press Global

Aos 31 anos, há mais de dez no futebol sueco, o brasileiro Andeson Ponciano fez um relato sobre a situação do país escandinavo que ignorou as medidas recomendadas pela OMS (Organização Mundial de Saúde) acerca da pandemia do novo coronavírus e manteve suas atividades praticamente inalteradas, somente revistas agora, com a segunda onda da covid-19.

“Aqui sempre existiu muitas regras e o governo confia que a população siga todas elas. Houve muita crítica no começo da pandemia, mas as coisas estavam indo bem, até vir a segunda onda e mudar tudo”, relembra. “Um fator que prejudicou as medidas adotadas pelo governo foi o fato de ter muitos estrangeiros que não seguiam as regras do modo como os suecos seguiam”, pondera o atleta, que atua como ponta de lança e atualmente defende o United IK, equipe que vai disputar a segunda divisão do campeonato sueco em 2021.

De acordo com o jogador, a regra imposta pelo governo era de 500 pessoas reunidas em locais públicos, mas depois o número foi reduzido para 50, depois para oito, e agora são permitidas apenas quatro pessoas juntas. "Bebida alcoólica também não pode ser servida em lugares públicos depois das 20h", conta o jogador, que complementa dizendo que ainda há permissão para ir aos locais de trabalho e escolas. 

Com praticamente tudo em funcionamento, o número de óbitos e novos casos de covid-19 não param de subir. Até o começo desta semana o governo sueco registrou 657.307 infectados e 12.826 mortos desde o início da pandemia.

 

 

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